Luís Bento distinguido com o Prémio Nacional de Literatura Lions de Portugal

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O Prémio Nacional de Literatura Lions de Portugal, no valor de 2.500 euros, destina-se­ a galardoar o autor de uma novela inédita. Através desta distinção, a Associação Internacional de Lions Clubes – Distrito Múltiplo 115, patrocinada pela Fundação Lions de Portugal, pretende contribuir e estimular a produção e divulgação deste género literário.

O Prémio, que nas edições anteriores galardoou o escritor João Morgado e a escritora Patrícia Reis, distinguiu este ano o autor Luís Bento e a sua obra Psicopatia das Pessoas de Bem.

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Sobre o autor:
Luís Bento nasceu em Lisboa, em 1964. Licenciou-se em Línguas e Literaturas, foi professor e trabalhou na banca. Alinhavou algumas letras e parágrafos em suplementos literários de jornais durante a década de 80. Gere o blog bento-vai-pra-dentro-bento.blogspot.com, onde publica textos de prosa sobre diversos temas, ligados à crítica de costumes, reflectindo sobre a sociedade portuguesa contemporânea. Participou na Coletânea Balaio de ideias, Sete Pecados, Antologia de Poesia Contemporânea (Vol.VI e VII) da Chiado Editora e publicou em edição de autor no Brasil, o livro Lusitânia Online. Continua a alinhavar letras e parágrafos em colaboração dispersa em revistas nomeadamente na versão portuguesa da The Printed Blog, na revista online Incomunidade, na Via Latina, da Associação de Estudantes da Universidade de Coimbra e na Revista Caliban. Finalista e vencedor publicado, em conjunto com mais quatro autores, do Prémio Novos Talentos FNAC da literatura 2012, Prémio Eça Agora do jornal Expresso e Prémio Nacional de Poesia de Fânzeres/S. Pedro da Cova com o livro Avessos.

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Sobre a obra:
Um escritor acorda em sobressalto durante a noite quando um homem de negro, escoltado por dois soldados de chumbo, de tamanho real, lhe vem fazer uma proposta: traz um jogo de xadrez para disputar uma partida. Se o escritor perder, o homem de negro, cansado das suas queixas e reclamações, dar-lhe-á nova oportunidade de vida, apagando a sua memória sem termo de comparação com a existência anterior, não sabendo sequer, que algum dia teve uma existência anterior… E a vertigem desenrola-se em forma de roteiro cinematográfico, com muitos episódios e considerações sobre a revolução, a inércia, a felicidade, a memória, com meia dúzia de personagens sui generis convocados à pressa, com humor amargo, sarcasmo e um final inesperado…

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Um comentário

  1. Mário Silva Carvalho
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