Victor Oliveira Mateus

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Data Nasc: 25/02/1952 Naturalidade: Lisboa

Na web: Site Facebook


Victor Oliveira Mateus é natural de Lisboa e licenciado em Filosofia pela Universidade Clássica desta cidade.

Lecionou, durante três décadas, as disciplinas de Psicologia e de Filosofia. Tem oito livros de Poesia, e textos em Prosa, publicados.

Organizou várias Antologias de Contos e de Poesia. Fez conferências em Escolas, Faculdades, Livrarias e outros Espaços Culturais.

Integrou diversos Júris de Prémios Literários.

Foi-lhe concedido, pela União de Escritores Brasileiros do Rio de Janeiro, o Prémio Literário  Eugénio de Andrade 2013.

Tem colaborado com diversas Revistas Literárias e sites portugueses e brasileiros de Literatura.

Foi membro da A.P.E ( Associação Portuguesa de Escritores) de 2008 até 2016.

É membro do PEN Clube Português a cuja direção pertenceu a partir de Julho de 2015, tendo vindo dela a demitir-se em 1/03/2016.

Tem participado em diversos Festivais Literários em Portugal e no estrangeiro.


Principais Obras Publicadas

Negro Marfim
2016, Editora Labirinto

Pretende ser o início de um novo retábulo, dedicado este às cores: o negro representa para o eu-poético os aspetos mais sórdidos, temíveis e injustos da vida. O livro comporta mesmo alguns textos poéticos com uma função sócio-económica explícita: a cega que contas os cêntimos, a alienação e o ruído … Ler mais

Gente dois Reinos
2013, Editora Labirinto

Quarto e último livro dedicado ao retábulo dos Elementos. Conforme o título deixa entender os dois Reinos aqui referidos correspondem ao Fogo (as paixões, os desejos, os impulsos, a ambição política, etc.) e o Éter (tudo o que se possa apresentar de modo etéreo e espiritualizado). O livro é composto … Ler mais

Regresso
2010, Editora Labirinto

Terceiro, e penúltimo, livro dedicado ao tema da viagem do homem através do Ser, do Sentir e da História. Depois do Deserto e das ilhas gregas o cenário desta terceira secção é a cidade de Turim. O elemento enfatizado é o Ar, aqui associado ao sonho, ao devaneio, à ilusão. … Ler mais

O Prisma das Muitas Cores
2010, Editora Labirinto

Coordenação. Uma grande Antologia sobre o Tema referido com poemas de muitos dos grandes poetas de ambos os países, como por exemplo Alberto da Costa e Silva, Ana Luísa Amaral, José Agostinho Baptista, Ruy Espinheira Filho, Alexei Bueno, Ivan Junqueira, Hélia Correia, Jaime Rocha, Marco Lucchesi, Albano Martins, António Salvado, … Ler mais

A Irresistível Voz de Ionatos
2009, Editora Labirinto

Segundo livro dedicado ao tema da errância do homem, da sua viagem e do seu habitar o acontecer. Se em “Pelo Deserto as minhas mãos” se acentuava o Deserto africano e o Elemento Terra, aqui a paisagem são as ilhas gregas e o Elemento é a Água, é por aí que … Ler mais

um rio de contos
2009, Editorial Tágide

Coorganizador juntamente com Celina Veiga de Oliveira. Os contos desta Antologia têm por base um rio, real ou imaginário, e nela encontramos os trabalhos de vários autores de ambos os países, como por exemplo, Ana Zanatti, Carlos Nejar, Catarina Fonseca, Fernando Dacosta, João Aguiar, Jorge Reis-Sá, Maria Teresa Horta, Miguel … Ler mais

Pelo Deserto as Minhas Mãos
2004, Coisas de Ler Edições

Primeiro livro que procura abordar a questão da errância do homem, isto é, o homem como viajante – o Homo Viator dos medievais. Esta Viagem aparece sempre ligada ao mundo dos afetos, ao quotidiano das cidades e à própria poesia. A paisagem tomada aqui como referente é o Norte de … Ler mais

Quando Voltares
2002, Coisas de Ler Edições

Livro encomendado pela primeira proprietária desta Editora – Dra. Ana Maria Sampaio – que visava conquistar um nicho específico de mercado de cariz alternativo. A obra, com fotografias de Sara Ribeiro e texto da contracapa de Henrique Levy, insere-se no tipo de ficção fragmentada onde tempo e espaço narrativos se … Ler mais

Movimento de Ninguém
1999, Editorial Minerva

Texto que circula em torno de três vetores: a História e a Linguagem, simbolizadas pela palavra “Movimento” do título e o Homem enquanto dador de Sentido, o Homem, essa qualquer coisa, esse quase nada ante a imensidão do que Há, logo, o “Ninguém” do título.

Nas Águas a Luz Suspensa
1998, Editorial Minerva

Obra de carácter assumidamente experimental – ao nível das estruturas poemáticas, esquemas rimáticos, etc. – tomando como linha mestra o Sentido inerente ao que acontece, aqui representado pela Luz. O Devir aparece metaforizado nas Águas.


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Textos do escritor

16/12/2017 - CEGOS SÃO OS OUTROS (Crónicas)


Um comentário

  1. João de Mancelos
    | Responder

    Um escritor culto e talentoso, que tem divulgado a poesia portuguesa além-fronteiras.

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