Paulo Teixeira

com Sem comentários

Escritores > Paulo Teixeira

Data Nasc: 14/09/1962 Naturalidade: Maputo

Na web:


Paulo Teixeira nasceu em Lourenço Marques, actual Maputo, Moçambique, em 1962.

Licenciado  em Geografia e Planeamento Regional pela Universidade Nova de Lisboa,.

A poesia de Paulo Teixeira caracteriza-se pela ambivalência crepuscular em relação a uma história civilizacional utilizada como vasto património de que o fazer poético se alimenta.

Foi galardoado com o Prémio Revelação de Poesia da Associação Portuguesa de Escritores, com a sua obra ‘Epos’ (1983). O livro ‘As imaginações da Verdade’ venceu o Prémio Literário Ano Internacional da Juventude (1985).

O seu livro ‘Inventário e Despedida’ foi distinguido com os seguintes prémios: Prémio Eça de Queirós do Município de Lisboa (1992), Prémio Pen Club (1992) e  Grande Prémio Inasset/Inapa de Poesia (1991).

Uma selecção cobrindo vinte anos do seu trabalho poético foi publicada em 2006 sob o título ‘Descanso na Fuga para o Egipto (Antologia 1985-2005)’.

O livro ‘Autobiografia Cautelar’ foi publicado em primeira edição em França no ano 2000 e teve, em 2008, uma edição alemã. Conta ainda com uma antologia da sua obra editada na Bulgária.

O seu livro ‘Anel do Poço’ (2009) resulta de uma residência em Berlim, a convite do DAAD (Deutscher Akademischer Austauchdienst).

Foi escritor residente em Saint-Nazaire (França) e em Berlim.

É membro da fundação Luís Miguel Nava e foi traduzido para inglês, francês, espanhol, italiano, alemão e checo.


Principais Obras Publicadas

O Anel do Poço
2009, Caminho

«Diremos que há nesta deambulação berlinense um primado da leitura, isto é, uma representação da cidade como palimpsesto da história e como texto já escrito por outros.» António Guerreiro, Expresso «A poesia de Paulo Teixeira obedece a uma matriz intelectual onde as referências culturais são sempre muito fortes. Encontramos alusões a … Ler mais

Orbe
2005, Caminho

«A Acrópole desde a colina das musas Jardim de pedra suspenso como um catafalco no alto da colina abrupta em capítulos de mármore do Pentélico o vocabulário das duas ordens clássicas dá-se a ler no movimento leve da luz sobre as colunas» “É na ‘ideia do viajante que lança um … Ler mais

Quando o amor é como os papéis velhos e anseia por mais arte que a do poema o coração é o forno onde ardem palavras.                     * Nesse dia  elas foram, amarradas com barbante, viúvas precipitando-se dentro da pira. Fiquei a … Ler mais

A Arte da Memória
1997, Caminho

Refere Fernando Pinto do Amaral a propósito de Inventário e Despedida, de Paulo Teixeira, in Público de 21-06-1991: «Ao abordar a escrita de Paulo Teixeira, tornou-se um hábito reflectir em torno do lugar que a poesia ocupa, num mundo talvez pouco propício às entregas emocionais ou subtilezas hermenêuticas que a … Ler mais

ADÃO Estás sentado na soleira dos dias só com a cortesia dos teus gestos. Uma janela abra à paisagem a tua vida, fragas onde repousas um momento o olhar sob o arco de abóbada do céu, ele que por ti fecha à noite as pálpebras, antes do sono. Se pudesses … Ler mais


Comprar livros de Paulo Teixeira: VER LIVRARIAS


Notícias do escritor

De momento, não temos noticias sobre este escritor.

Comentar