Miguel Cardoso

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Data Nasc: Naturalidade: Lisboa

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Miguel Cardoso é um poeta e tradutor português, nascido em Lisboa em 1976.

É membro do colectivo Unipop e colaborador na revista Imprópria.

Publicou poemas e ensaios em periódicos como Textos & Pretextos, Relâmpago, Intervalo, Flanzine e Gratuita, no blogue Enfermaria 6, e na colectânea Hidra (Língua Morta, 2015).

Tem cinco colectâneas de poemas publicadas: Que se diga que vi como a faca corta (Mariposa Azual, 2010), Pleno Emprego (Douda Correria, 2013), Os engenhos necessários (&etc, 2014), Fruta Feia (Douda Correria, 2014) e À Barbárie seguem-se os estendais (&etc, 2015).

Miguel Cardoso vive e trabalha em Lisboa.

 


Principais Obras Publicadas

Cinemas vi no ar . Manhã seguinte As manhãs seguintes vêem-se de cima: terra plana, mansa e difícil sertão por dentro vereda e depois terra de cima plana e mansa, mas difícil Nenhum incêndio na vista uma leve luz uma leve luz e o brusco regresso de ruídos à vida … Ler mais

Fruta Feia
2014, Douda Correria

«Se desci a poços foi por não saber fazer palas sobre os olhos nem outros truques de visionário e abat-jour Porque largar a infância era ir na direcção inversa dos túneis vastos que me deixara na vista Era arranque em bruto para o alarme das idades que descem cruzando-me com … Ler mais

E a palidez das manhãs em que se parte Então é isso: de pouca vida em pouca vida uns frascos uns relógios que brilham e uns tubérculos secos É isso: de pouca vida em pouca vida uns frascos uns relógios que já não brilham e uns tubérculos secos e farto … Ler mais

Pleno Emprego
2013, Douda Correria

«[…] Como diz quem vê as coisas de cima, do ponto de vista do pleno: há coisas que não coisam. Ao menos há pessoas que vêm as coisas lá de cima do pleno. Valha-nos nisso. Não há meio de, dizem elas lá de cima. O emprego é precisamente o meio … Ler mais

Foi esta portanto a furtiva impureza que herdámos sem saber como, este espaço, este canto assim vago, estes espasmos desmaiados, este tempo, este mundo, estas arestas, estes pedaços de terra, estes dramas de inércia e dentes pouco aguçados, os mesmos rostos rasos ao chão, estes remorsos, estes cafés onde nos … Ler mais


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