Manuel de Freitas

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Data Nasc: Naturalidade: Vale de Santarém

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Manuel de Freitas (n. 1972) é um poeta, editor e crítico literário português.

Vive em Lisboa desde 1990, tendo publicado o seu primeiro livro de poemas em 2000.

Além de se dedicar à poesia, é tradutor, escreve sobre livros no Expresso e tem colaboração dispersa em várias revistas literárias portuguesas.

Dirige, com a poeta Inês Dias, a editora Averno e é director, também com Inês Dias, das revistas Telhados de Vidro e Cão Celeste.

É ainda um dos livreiros da livraria Paralelo W, em Lisboa.

Em 2002, organizou a antologia Poetas sem Qualidades, obra que acabaria por contribuir para uma acesa polémica sobre os caminhos da poesia portuguesa surgida nos últimos anos.

Obras publicadas:

Poesia
2000 – Todos Contentes e Eu Também (Campo das Letras)
2001 – Os Infernos Artificiais (Frenesi)
2001 – Isilda ou a Nudez dos Códigos de Barras (Black Son)
2001 – BMW 244 (Edição do Autor)
2002 – Game Over (& etc)
2002 – SIC (Assírio & Alvim)
2003 – Beau Séjour (Assírio & Alvim)
2003 – Büchlein für Johann Sebastian Bach (Assírio & Alvim)
2004 – Levadas (Assírio & Alvim)
2004 – O Coração de Sábado à Noite (Assírio & Alvim)
2004 – Blues for Mary Jane (& etc)
2004 – Juxta Crucem Tecum Stare (Alexandria)
2005 – Vai e Vem (Assírio & Alvim)
2005 – Aria Variata (Alexandria)
2005 – Jukebox (Teatro de Vila Real)
2005 – Qui passe, for my Ladye (Edição do Autor)
2005 – A Flor dos Terramotos (Averno)
2006 – Cretcheu Futebol Clube (Assírio & Alvim)
2007 – Juros de Demora (Assírio & Alvim)
2007 – Terra Sem Coroa (Teatro de Vila Real)
2007 – Walkmen (& etc), com José Miguel Silva
2008 – Brynt Kobolt (Averno)
2008 – Estádio (Edição do Autor)
2008 – Jukebox 2 (Teatro de Vila Real)
2008 – Boa Morte (Edição do Autor)
2009 – Intermezzi, Op. 25 (Opera Omnia)
2009 – Jukebox 1 & 2 (Teatro de Vila Real)
2009 – Canções Usadas (Oficina do Cego) [edição colectiva de ilustração e poesia – os outros poetas são Rui Pires Cabral e José Miguel Silva]
2010 – Isilda ou a Mudez dos Códigos de Barras (Oficina do Cego)
2010 – A Última Porta (Assírio & Alvim) [antologia org. por José Miguel Silva]
2010 – A Nova Poesia Portuguesa (Poesia Incompleta)
2011 – Motet Pour Les Trépassés (Língua Morta)
2011 – Portas do Mar (ed. do autor)
2011 – Marilyn Moore (Assírio & Alvim)
2012 – Cinco Rosas Para António Manuel Couto Viana (Averno)
2012 – 18 de Abril (Língua Morta)
2012 – Jukebox 3 (Teatro de Vila Real)
2012 – Cólofon (Fahrenheit 451)
2014 – Ubi Sunt (Averno)
2015 – Sunny Bar (Alambique) [antologia org. por Rui Pires Cabral]
2016 – Sítio (Volta d’Mar), com Inês Dias

Ensaios
1999 – A Noite dos Espelhos breve ensaio sobre a poesia de Al Berto (Frenesi)
2001 – Uma Espécie de Crime: “Apresentação do Rosto” de Herberto Helder (& etc)
2005 – Me, Myself and I — Autobiografia e imobilidade na poesia de Al Berto (Assírio & Alvim)
2012 – Pedacinhos de Ossos (Averno)
2015 – Incipit (Averno)

Antologias
2002 – Poetas Sem Qualidades (Averno)
2009 – A Perspectiva da Morte: 20(-2) Poetas Portugueses do Século XX (Assírio & Alvim)
2003 – Anatole France, Thaïs (Antígona)
2009 – E. M. Cioran, Silogismos da Amargura (Letra Livre)
2009 – Josep M. Rodriguez, A Caixa Negra (Averno)
2009 – Mariano Peyrou, O Discurso Opcional Obrigatório (Averno)
2009 – Conde de Lautréamont, Os Cantos de Maldoror/Poesias I & II (Antígona)
2010 – E. M. Cioran, Do Inconveniente de Ter Nascido (Letra Livre)
2015 – Pablo Fidalgo Lareo, Os Meus Pais: Romeu e Julieta (Averno)
2017 – George Bataille, A Literatura e o Mal (Letra Livre)

 


Principais Obras Publicadas

Game Over
2017, Edições Alambique

Estas escadas tinham degraus onde por acaso nos sentámos à espera de não ver gaivotas, com livros abertos quando as mãos chegavam. De novo e despercebida e só, acendia-se para morrer na tarde a inútil figuração do desejo. E éramos outra vez nós os seus irrepetíveis figurantes, escondidos num poema … Ler mais

Incipit
2015, Averno

Tiragem Única de 300 exemplares Paginação e arranjo gráfico de Pedro Santos.

Jukebox 3
2012, Teatro de Vila Real

Livro que faz parte de uma série que se iniciou em 2005, se prolongou em 2008, e tem agora nova continuação (todos foram editados pelo Teatro de Vila Real).

Marilyn Moore
2012, Assírio & Alvim

Fruto da colaboração entre Manuel de Freitas e Adriana Molder surge-nos este Marilyn Moore, em tiragem exclusiva de 400 exemplares, numerados e assinados pelos autores. O nome da cantora de jazz tinha já dado o título a uma música dos Sonic Youth, escrita porThurston Moore e Lydia Lunch. Essa evocação … Ler mais

A Última Porta
2010, Assírio & Alvim

A «Última Porta» é o título escolhido para esta antologia poética de Manuel de Freitas, com selecção e posfácio a cargo de José Miguel Silva, que passa a integrar a «Grãos de Pólen», uma colecção de poesia escolhida por poetas. «Se esta antologia precisasse de uma justificação, serviam dois argumentos: … Ler mais

A Perspectiva da Morte : 20 (-2)
2009, Assírio & Alvim

A perspectiva da morte na poesia de: Vitorino Nemésio · Ruy Cinatti · Jorge de Sena · Sophia de Mello Breyner Andresen · Carlos de Oliveira · Eugénio de Andrade · António Manuel Couto Viana · Mário Cesariny · Herberto Helder · António José Forte · Fernando Assis Pacheco · … Ler mais

Jukebox 1 & 2
2009, Teatro de Vila Real

Este livro reúne dois anteriores do autor (Jukebox 1 e Jukebox 2) acrescidos de um inédito. Na construção de um universo de experiências musicais avulta aquilo que pode fazer desta recolha um curioso o objecto de identificação geracional: lugar de construção reflexa de uma geração que começou por ouvir os … Ler mais

Juros de Demora
2007, Assírio & Alvim

TRAVESSA DOS GATOS à memória de Eugénio de Andrade Para quê mais versos? O poema está feito, cabe inteiro nestas sílabas de pedra onde gostei tanto de magoar os pés. Correm ao sol de Fevereiro — pretos, quase brancos e malhados — os príncipes desta terra, os únicos. Não te … Ler mais

Cretcheu Futebol Clube
2006, Assírio & Alvim

Cretcheu Futebol Clube lê-se como um requiem à memória do músico cabo-verdiano Ildo Lobo. Trata-se de um pequeno livro, de uma beleza avassaladora, que mantém as coordenadas fundamentais de uma poesia desde sempre alicerçada no domínio da elegia. Este universo de Manuel de Freitas, onde a música «é a única … Ler mais

Me, Myself and I
2005, Assírio & Alvim

«Me, Myself and I — autobiografia e imobilidade na poesia de Al Berto» é o segundo ensaio que Manuel de Freitas escreve sobre o autor de «O Medo». Desta vez, é dada especial atenção à confluência de elementos «diarísticos»/biográficos na obra de Al Berto, sendo ainda proposta uma «leitura» das … Ler mais

Beau Séjour
2003, Assírio & Alvim

PRINCÍPIO Havia junto ao velho portão um monte de tijolos vermelhos e não existe nenhuma razão concreta para se considerar relevante aquele momento. Porém, julgando tocar a eternidade, a criança ordenou ao tempo que parasse. Pequeno deus brincando sozinho ao entardecer, sob as amarras azuis do bibe. A ordem, claro, … Ler mais

[sic]
2002, Assírio & Alvim

Dividido em três momentos (“Horário de funcionamento”; “Consumo obrigatório” e “Livro de reclamações”) este livro fala da vida e da morte (vida e morte também concretas, dos amigos), do quotidiano (os bares, os copos, os corpos; dealers, as margens), do amor e da amizade. Da solidão. E da poesia. Do … Ler mais

5 601036 307313 Dizem que ressuscitou o rock numa pose de vampiro. Não sei. Pelas olheiras, sobre o cabedal tão velho, mais parece um agarrado, desses que costumo encontrar no 42. Mau hálito tem- quase tanto como a voz. Mas leva sempre suminhos, crentes de beleza, fiambre. Dá-me a ideia … Ler mais

Um pequeno ensaio, quase em jeito policiário, sobre uma obra “Assassinada” pelo seu autor: Herberto Helder.


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