José Maria Vieira Mendes

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Data Nasc: 08/04/1976 Naturalidade: Lisboa

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José Maria Vieira Mendes nasceu a 8 de abril de 1976.

Escreve maioritariamente peças de teatro, mas também publicou ensaios e textos curtos de ficção.

Faz traduções ocasionais e escreveu dois libretos para ópera.

É membro do Teatro Praga desde 2008.

As suas peças foram traduzidas em mais de uma dezena de línguas.

Para além de edições de peças nos “Livrinhos de Teatro Artistas Unidos”, publicou Teatro em 2008 (Livros Cotovia), Arroios, Diário de um diário em 2015 (edição Duas páginas) e, em 2016, um ensaio (Uma coisa não é outra coisa) e uma compilação de peças (Uma coisa), ambos pelos Livros Cotovia.

 


Principais Obras Publicadas

Uma coisa não é outra coisa
2016, Livros Cotovia

O teatro e a literatura são diferentes porque são duas coisas, duas pessoas. À partida não há qualquer distância entre as duas artes, tal como não há entre uma viagem de barco pelo Amazonas e uma equação física ou entre a cidadania e uma pintura da Idade Média. As distâncias … Ler mais

Uma Coisa
2016, Livros Cotovia

Uma coisa recolhe cinco peças escritas entre 2010 e 2015: “Paixão segundo Max”, “Padam Padam”, “Terceira idade”, “Um mais um” e “Bilingue”.

Arroios, Diário de um diário
2015, Dois dias Edições

Um diário chega a casa, algures, num bairro de Lisboa, e põe-se a existir. Os dias sucedem-se. São anotados. Num desses dias lemos: “Eis um diário. Não é mais que isto. É procurar, em consciência, uma palavra e depois outra e depois outra.”

Hedda
2010, Livros Cotovia

“Com José Maria Vieira Mendes queremos voltar a visitar o espaço do interior burguês que Henrik Ibsen escalpelizou. Segredos, frustrações, amores escondidos, dinheiro, inveja voltam a circular por entre portas que se entreabrem, gavetas que se fecham, papeis que reaparecem, cartas de amor. Como poucos, Ibsen analisou o mal-estar da … Ler mais

Ana
2009, Livros Cotovia

Uma mulher, Ana, e um homem, Paulo, em casa, num dia de descanso. Ele, apesar de tudo, irrequieto, parece que assustado, não se sabe ao certo com o quê. Ela resolve fazer um chá que o acalme, mas quando voltar a entrar encontrará já outro homem, um que vem de trás, … Ler mais

Teatro (1998-2008)
2008, Livros Cotovia

Inclui: Dois homens, T1, Se o mundo não fosse assim, A minha mulher, O Avarento ou A última festa, Onde vamos morar e Aos peixes. “Os textos que compõem este livro […] não são apensas o que há de melhor na dramaturgia portuguesa contemporânea. Até porque a dramaturgia portuguesa contemporânea é uma espécie de entidade mitológica, em … Ler mais

A minha mulher: Um pai, uma mãe, o filho destes (Nuno), a sua mulher (Laura) e um amigo de família (Alexandre), todos numa casa de férias, num verão quente. Os dias repetem-se, pastosos, secos e amargos, num carrossel fechado, agoniante, de insultos e maus tratos e conflitos, ignorados ou escondidos por uma … Ler mais


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