Jacinto Lucas Pires

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Data Nasc: 14/07/1974 Naturalidade: Porto

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Escritor português, nascido em 1974, no Porto.

Estudou Direito na Universidade Católica de Lisboa e Cinema na New York Film Academy.

Filho do ilustre professor universitário Francisco Lucas Pires (que nos legou alguns textos ensaísticos de reconhecido valor), prosseguiu os passos do seu pai, no gosto pela escrita.

Jacinto Lucas Pires publicou, em 1996, o seu primeiro livro, um livro de contos intitulado “Para Averiguar do seu Grau de Pureza”.

Descoberta esta faceta, a imaginação criativa não lhe deu mais tréguas, sendo já muitos e diversificados os títulos editados, em género narrativo, dramático e a crónica.

Jovem determinado e confiante, Jacinto Lucas Pires direciona a sua atividade criativa ficcional em vários sentidos, escrevendo também o argumento da curta-metragem “É Só um Minuto”, realizado por Pedro Caldas, e realizando ele próprio, em 1999, a curta-metragem “Cinemamor”. Como cronista, é responsável por algumas crónicas em publicações diversas.

Alguns dos seus contos foram incluídos em coletâneas na Alemanha, em França, em Itália, na Bulgária, no Brasil e em Espanha. Tem contos em várias antologias portuguesas.

A sua obra encontra-se publicada em português pelos Livros Cotovia e também em espanhol, croata e tailandês. Várias peças suas estão traduzidas em francês, espanhol, inglês e norueguês. Em Portugal, os seus textos foram encenados por Manuel Wiborg, Ricardo Pais, Marcos Barbosa e João Brites.

Editou, entre outros, os seguintes livros: “Para Averiguar do seu Grau de Pureza”, 1996 (conto); “Universos e Frigoríficos”, 1997 (teatro); “Azul-Turquesa”, 1998 (ficção); “2 Filmes e Algo de Algodão”, 1999 (ficção); “Arranha-Céus”, 1999 (teatro); “Abre para cá”, 2000 (livro de contos), “Do Sol”, 2004 (romance).


Principais Obras Publicadas

Grosso Modo
2016, Cotovia

Grosso Modo é uma recolha de 9 contos, alguns dos quais inéditos, de Jacinto Lucas Pires. Apresentando uma forte dimensão política e social e um compromisso com o presente, estas narrativas contam momentos de desespero e epifania, através de uma escrita ágil, segura e surpreendente.

O Verdadeiro Ator
2011, Cotovia

Jacinto Lucas Pires, escritor, dramaturgo e cineasta lança na Cotovia o seu terceiro romance. “Não há nem um gesto, a mínima sugestão de violência. Só o peso da multidão portuguesa, de braços para baixo, corajosos ombros contra as portadas institucionais. Nem uma palavra mais dura sequer, apenas uns milhares, um … Ler mais

Sagrada Família
2010, Cotovia

Pedro e Maria estão desempregados e o Filho tem pesadelos com o mundo. Para resolver os dois problemas, Pedro tem a ideia de começar uma religião. Miraculosamente, a micro-empresa familiar torna-se um sucesso, mas os pesadelos continuam. Pulsões estranhas, palavras novas, imagens apanhadas do ar por um Filho sem idade … Ler mais

Assobiar em Público
2008, Cotovia

Assobiar em público é uma recolha de 22 contos, alguns dos quais inéditos, de Jacinto Lucas Pires. “Será a gestão firme das pausas e dos passos dos figurantes o grande triunfo do Jacinto Lucas Pires, e apesar da sua estrutura literária se afastar da dramaturgia, é esse facto que transforma … Ler mais

Silenciador
2008, Cotovia

«Um homem de gravata, fato escuro. Um escuro quase invisível de tão caro. Estilo inglês, sem marca, alfaiate tradicional. Um desses ultra-selectos, com casa em Londres e uma ligação qualquer à família real, coisa pequena, sem importância, mas que. Sim, exacto. Um “gajo”. Eu, um “gajo”. Palavras que nem precisam … Ler mais

Perfeitos Milagres
2007, Cotovia

Uma mulher suicida-se na casa-de-banho de sua casa. O marido, uma estrela internacional de música pop, costumava descrevê-la como “uma bailarina sem escola, sem auto-consciência”. Impossibilitado de a voltar a ver, o marido isola-se num exercício de autocomplacência inevitável a qualquer indivíduo que experimente a morte. Disfarça-se para que ninguém … Ler mais

“Figurantes e outras peças” reúne três peças de Jacinto Lucas Pires levadas à cena em 2003 («Coimbra B» e «Os dias de hoje») e 2004/2005 («Figurantes»). Apesar das diferenças, que são sobretudo formais, e no que se refere ao tema, os três textos constituem uma unidade que, de algum modo, … Ler mais

Do Sol
2004, Cotovia

É o primeiro romance de Jacinto Lucas Pires, e representará provavelmente a sua obra de maior fôlego. Assentando numa série de sete personagens, “Do Sol” fornece um retrato transversal de uma certa contemporaneidade portuguesa e urbana. Um cego (Haroldo), duas empregadas domésticas, uma mais velha (Aurora), outra ainda jovem (Marisa), … Ler mais

Azul-Turquesa
1998, Cotovia

“Trata-se de um livro que conta a história de um homem, José, e de uma mulher, Maria, que não se conhecem. Conta o seu encontro e aonde este os leva. Para mim, mais importante do que contar esta história, foi saber como contá-la como falar de um homem de agora … Ler mais

Um banco num jardim com um rapaz, depois um velho que conta histórias de universos e frigoríficos, uma rapariga e um músico louco. Uma sala e uma família…a mãe e a telenovela, o filho e o cigarro, o pai e o jornal. Uma lixeira ou ferro velho…a rapariga e três … Ler mais


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