Helena Vasconcelos

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Data Nasc: Naturalidade: Lisboa

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Helena Vasconcelos nasceu em Lisboa.

Tem vivido, com algumas interrupções, em Portugal.

Escreve crítica literária para o jornal Público e dedica-se à promoção da leitura, trabalhando estreitamente com a Culturgest, com a Fundação Calouste Gulbenkian e com outras instituições como Bibliotecas e Universidades.

Ganhou, em 1988, o Prémio Revelação do Centro Nacional de Cultura com o livro de contos Não Há Horas Para Nada.

Publicou Mário Eloy, o Astro do Desassossego (monografia) e A Infância É Um Território Desconhecido, ensaio literário publicado em 2009, pela Quetzal.

Em 2012 publicou, na mesma editora, Humilhação e Glória – O Acidentado Percurso de Algumas Mulheres Singulares.

O romance Não Há Tantos Homens Ricos como Mulheres Bonitas que os Mereçam foi também publicado pela Quetzal, em março de 2016.


Principais Obras Publicadas

Uma resposta contemporânea aos romances e às heroínas de Jane Austen. Helena Vasconcelos é uma profunda conhecedora da obra de Jane Austen e, neste seu primeiro romance, põe em contraponto o universo da escritora inglesa de oitocentos e o da heroína contemporânea, Ana Teresa DeWelt, jovem mulher do século XXI, … Ler mais

Ao longo dos tempos, a História tem sido registada, escrita, analisada, comentada e, em boa verdade, dominada pelos homens. Por que razão as mulheres permitiram – e muitas vezes encorajaram – uma tão flagrante distorção da realidade? Se hoje em dia sabemos que as mulheres são perfeitamente capazes de levar … Ler mais

Ler bons livros implica sempre o desvendar de mistérios. Estes textos dão a conhecer o universo de grandes autores que escolheram crianças como heróis e heroínas dos seus romances, revelando, através das suas personagens, as alegrias, traumas e anseios que associam à sua própria experiência e às características do tempo … Ler mais

Mário Eloy
2006, Caminho

A obsessão pelo auto-retrato é uma das características da obra de Mário Eloy e a frase aqui citada de Da Vinci – de quem não se conhece, curiosamente, qualquer auto-retrato, ao contrário de Rembrandt que nos legou 40 pinturas, 31 esboços e alguns desenhos em que o tema é ele … Ler mais

Não há Horas para Nada
1988, Relógio D'Água

Prémio Revelação do Centro Nacional de Cultura.


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