Golgona Anghel

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Golgona Anghel é uma poeta e investigadora romena, nascida em 1979, que vive há vários anos em Portugal, onde estabeleceu residência e língua.

Licenciada em Estudos Portugueses e Espanhóis na Faculdade de Letras da Universidade de Lisboa, doutorou-se em 2009 em Literatura Portuguesa Contemporânea na mesma universidade. Actualmente, é bolseira da Fundação para a Ciência e Tecnologia e desenvolve um projecto de pós-doutoramento sobre cinema e literatura na Faculdade de Ciências Sociais e Humanas da Universidade Nova de Lisboa.

Publicou dois livros de ensaio — Eis-me acordado muito tempo depois de mim, uma biografia de Al Berto (Quasi Edições, 2006), Cronos decide morrer, viva Aiôn, Leituras do tempo em Al Berto (Língua Morta, 2013) e preparou uma edição diplomática dos Diários do poeta Al Berto (Assírio & Alvim, 2012). De poesia publicou Crematório Sentimental (Quasi Edições, 2007), Vim porque me pagavam, (Mariposa Azual, 2011), Como uma flor de plástico na montra de um talho (Assírio & Alvim, 2013) e Nadar na Piscina dos Pequenos (Assírio & Alvim, 2017).


Principais Obras Publicadas

Nadar na Piscina dos Pequenos
2017, Assírio & Alvim

Perfeitamente domesticada, aparenta todo um rebanho de boas intenções. Sacrificou sem nenhum remorso os talheres de prata, o açúcar e os licores franceses. Contudo, não precisou de empurrar nenhuma velha para avançar na fila. Quando apanhou o caminho certo a sorte abriu-lhe, sem hesitar, as pernas. Treina predadores de moscas, … Ler mais

«Subiu dez andares para assim nos poder olhar de frente. Não lhe interessa o que dizem os dissidentes da ditadura. Mas confessa que gostava dos chocolates Toblerone que a sua tia lhe trazia no Natal. Colecciona cabelos nas folhas de um herbário sentimental. Escreve a palavra vazio depois da palavra … Ler mais

Vim Porque me Pagavam
2011, Mariposa Azual

Depois do tão aguardado como surpreendente e bem recebido livro de Margarida Vale de Gato (Mulher Ao Mar), de novo a Mariposa Azual edita uma autora cujo trabalho poético se aguardava há muito em livro, depois de Crematório Sentimental («Quasi», reeditado na «Livrododia»). Os poemas de Golgona Anghel, alguns deles … Ler mais

Crematório Sentimental
2007, Quasi Edições

“O presente Guia de Bem-Querer deve ser entendido como um instrumento de trabalho elaborado com o objectivo de pemitir às partes apresentar os seus articulados e alegações orais na observância das formalidades que o Código do Trabalho Poético considera mais adequadas. Ao mesmo tempo será dado destaque à prática processual … Ler mais

«Era militante apenas do prazer. E a escrita, ainda por cima, se calhar, um dos grandes prazeres que tinha. Tinha, por exemplo, muito mais prazer em comer, em beber e em foder do que em escrever. Mudou de casa trinta vezes. “Desejava morrer num lugar público, sentado num banco de … Ler mais


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Notícias do escritor

10/10/2017 - Granta 10 chega às livrarias no dia 20 de Outubro

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