Daniel Faria

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Data Nasc: 10/04/1971 Naturalidade: Baltar, Parede

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Daniel Augusto da Cunha Faria nasceu em Baltar, Paredes, a 10 de abril de 1971.

Frequentou o curso de Teologia na Universidade Católica Portuguesa – Porto.

No Seminário e na Faculdade de Teologia criou gosto por entender a poesia e dialogar com a expressão contemporânea.

Licenciou-se em Estudos Portugueses na Faculdade de Letras da Universidade do Porto. Durante esse período (1994 – 1998) a opção monástica criava solidez.

A partir de 1990, e durante vários anos, esteve ligado à paróquia de Santa Marinha de Fornos, Marco de Canaveses. Aí demonstrou o seu enorme potencial de sensibilidade criativa encenando, com poucos recursos, As Artimanhas de Scapan e o Auto da Barca do Inferno.

Faleceu a 9 de junho de 1999 quando estava prestes a concluir o noviciado no Mosteiro Beneditino de Singeverga.

Foi instituído em 2005 o Prémio Literário Daniel Faria, pela Câmara Municipal de Penafiel, em parceria com a Quasi Edições, que terminou em 2009.

Biografia:

Uma Cidade com Muralha, 1992

Oxdíida, 1992, com pseudónimo Cérjio Lage

A Casa dos Ceifeiros, 1993, com pseudónimo Daniel Augusto

Explicação das Árvores e de outros Animais, 1998, Fundação Manuel Leão

Homens que São Como Lugares Mal Situados, 1998, Fundação Manuel Leão

Legenda Para uma Casa Habitada, 2000

Dos Líquidos, 2000, Fundação Manuel Leão

O Livro do Joaquim, 2007, Quasi Edições

Poesia – Daniel Faria, 2003, Quasi Edições

Poesia, 2015, Assírio & Alvim

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Principais Obras Publicadas

Poesia
2015, Assírio & Alvim

Plano Nacional de Leitura Livro recomendado para o Ensino Secundário como sugestão de leitura. O presente volume reúne toda a poesia de Daniel Faria e dá a conhecer ao público, pela primeira vez, treze poemas inéditos. A edição é de Vera Vouga, professora do poeta que acompanhou os seus primeiros … Ler mais

O Livro do Joaquim
2007, Quasi Edições

«Sei que o mar fecha as ondas sobre os búzios e que, estes postos nos ouvidos, as ondas voltam devagar. Sei que no interior do corpo se desdobram e que só olhos os podem libertar.» Daniel Faria ( 1971 – 1999 )  

Poesia – Daniel Faria
2003, Quasi Edições
Dos Líquidos
2000, Fundação Manuel Leão [Reed. 2003, Quasi Edições]

Que solitária está a cidade Enviuvou a mais povoada Das nações Está de luto a que foi mãe E em trabalhos forçados Passa a noite a dobar a sua noite À luz do pequeno brilho da lembrança Não há a consolá-la nenhum dos seus amantes Cresce o silêncio nos degraus … Ler mais

Homens que são como lugares mal situados
1998, Fundação Manuel Leão
Explicação das Árvores e de outros Animais
1998, Fundação Manuel Leão


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