Adília Lopes

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Data Nasc: 20/04/1960 Naturalidade: Lisboa

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Adília Lopes, pseudónimo literário de Maria José da Silva Viana Fidalgo de Oliveira, nasceu em Lisboa, a 20 de abril de 1960.

É poetisa, cronista e tradutora.

Frequentou a licenciatura em Física, na Universidade de Lisboa, que viria a abandonar quando já estava prestes a completá-la.

Em 1983 começa uma nova licenciatura, de Literatura e Linguística Portuguesa e Francesa na Faculdade de Letras de Lisboa.

Começa a publicar a sua poesia no Anuário de Poetas não Publicados da Assírio & Alvim, em 1984. Publica o seu primeiro livro de poesia, Um Jogo Bastante Perigoso, em edição de autor (1985).

Foi bolseira do Instituto Nacional de Investigação Científica (1989-1992), tendo trabalhado no Centro de Linguística da Universidade de Lisboa.

Em 1991, publica Os 5 livros de versos salvaram o tio em Edição de Autor para distribuição gratuita.

Em 1995 especializa-se em Ciências Documentais, na Faculdade de Letras de Lisboa. Trabalhou nos espólios de Fernando Pessoa, Vitorino Nemésio e José Blanc de Portugal.

Recebeu, em 1999, uma bolsa de Criação Lietrária do IPLB (Instituto Português de Livro e das Bibliotecas).

Em 2000 publica Obra, a reunião dos seus 15 livros de poesias, com ilustração de Paula Rego.

Em 2009, publica Dobra, que amplia a edição anterior com o que foi publicado entretanto, com reedição aumentada em 2014.

Tem colaborado em diversos jornais e revistas, em Portugal e no estrangeiro, com poemas, artigos e poemas traduzidos. Está incluída em várias antologias e participou em inúmeros encontros de poesia.

Bibliografia:

Um Jogo Bastante Perigoso (Ed. autora, 1985)

A Pão e Água de Colónia (Frenesi, 1987)

O Poeta de Pondichéry (Frenesi 1986)

O Marquês de Chamilly (Kabale und Liebe) (Hiena, 1987)

O Decote da Dama de Espadas (INCM, 1988)

Os 5 Livros de Versos Salvaram o Tio (Ed. autora, 1991)

Maria Cristina Martins (Black Son Editores, 1992)

O Peixe na Água (& etc, 1993)

A Continuação do Fim do Mundo (& etc, 1995)

A Bela Acordada (Black Sun Editores, 1997)

Clube da Poetisa Morta (Black Sun Editores, 1997)

O Poeta de Pondichéry seguido de Maria Cristina Martins (Angelus Novus, 1998)

Florbela Espanca espanca (Black Sun Editores, 1999)

Sete rios entre campos (& etc, 1999)

Irmã Barata, Irmã Batata (Angelus Novus, 2000)

Obra (Mariposa Azual, 2000)

A Bela Acordada (Mariposa Azual, 2001)

Quem Quer Casar Com a Poetisa? (Quasi, 2001)

A Mulher-a-Dias (&, etc, 2002)

César a César (& etc, 2003)

Poemas Novos (& etc, 2004)

Caras Baratas (Relógio D’Água, 2004)

Le Vrai La Nuit – A Árvore Cortada (& etc, 2006)

Caderno (& etc, 2007)

A Dobra (Assirio & Alvim, 2009, 1ª edição)

Apanhar ar (Assirio & Alvim, 2010; com desenhos da autora)

Café e Caracol (Livro de artista, Casa Fernando Pessoa, 2011)

Andar a Pé ( Averno, 2013)

A Dobra (Assirio & Alvim, 2014, 2ª edição)

Manhã (Assírio & Alvim, 2015)

O Poeta de Pondichéry (Assírio & Alvim)

Bandolim (Assírio & Alvim, 2016)

Z/S (Averno, 2016)

 


Principais Obras Publicadas

Bandolim
2016, Assírio & Alvim

Aranhas, árvores, gatos, biografia, memórias. Não necessariamente por esta ordem. «Bandolim» é o mais recente livro de Adília Lopes, de que aqui deixamos um poema: MODUS OPERANDI Nunca consegui escrever nada com projectos, planos, programas, esquemas, prazos. Grão a grão, verso a verso, enche a galinha o papo. Pôr o … Ler mais

Z/S
2016, Averno

O novo livro tem poemas e pequenas histórias de Adília Lopes, nome literário de Maria José Oliveira, e aposta numa troca de letras em que o seu nome aparece com elemento central. Zèzinha, Zezinha (sem acento grave) ou apenas Zé pode jogar com Sé: a Zé vai à Sé (Z/S). … Ler mais

O Poeta de Pondichéry
2015, Assírio & Alvim

Partindo de uma enigmática personagem de Jacques le Fataliste, de Diderot, este livro de Adília Lopes tem sido, no conjunto da sua obra, um dos mais traduzidos e estudados, em Portugal e no estrangeiro. Agora numa edição para os mais pequenos – e não só – com os desenhos de … Ler mais

Manhã
2015, Assírio & Alvim

Começa com uma epígrafe lapidar de Alexandre O’Neill: «(Pesquisas fazem-se em casa, já dizia a minha avó, que era escritora)». Infância, memórias, momentos comoventes, desconcertantes ou paradoxais, como neste poema onde a autora nos fala de Palavras Caras: «Em minha casa, detestávamos pessoas bem-falantes, palavras caras. De uma vez, apareceu a … Ler mais

Dobra
2014, Assírio & Alvim

Dobra reúne todos os livros de poesia de Adília Lopes. Como consequência, a nova edição que agora se apresenta foi ampliada e passa a incluir toda a obra poética publicada da autora, até maio de 2014.

Andar a Pé
2013, Averno
Apanhar Ar
2010, Assírio & Alvim

Desta edição de Apanhar ar, com poemas e desenhos de Adília Lopes, fez-se uma tiragem única de 400 exemplares numerados e assinados pela autora. Talvez escreva poemas que já li que outros já escreveram que eu mesma já escrevi esqueço-me da minha vida

Irmã Barata, Irmã Batata
2000, Angelus Novus

“Irmã Barata, Irmã Batata” é uma colectânea de aforismos, rematada por três poemas. Um exemplo: «Instalação de Christo: cobrir por completo o chão da praça de Tiananmen com ketchup. Ketchup é um molho chinês e uma palavra chinesa.» Do Posfácio de Manuel Sumares: «Os aforismos, diz-se, resistem ao discurso. Receio … Ler mais

Obra
2000, Mariposa Azual

Com três gravuras de Paula Rego e posfácios de Elfriede Engelmayer e Américo Lindeza Diogo, reúne 15 livros de Adília Lopes.


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