“Quando perdes tudo não tens pressa de ir a lado nenhum” lançado a 15 de fevereiro

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A  jornalista Dulce Garcia, fundadora da revista Sábado onde exerce atualmente as funções de subdiretora, estreia-se no romance.

A sua obra Quando perdes tudo não tens pressa de ir a lado nenhum é baseada numa história verídica e chega às livrarias a 15 de fevereiro, dia em que decorre a sessão de lançamento, às 18h30, no El Corte Inglés, em Lisboa. A apresentação está a cargo de Ana Sá Lopes e Pedro Marta Santos.

Um romance turbulento, baseado numa história real

Um homem, duas mulheres, uma criança. A história de um triângulo amoroso à luz do que são hoje as relações sentimentais, marcadas por separações e recomeços e jogos psicológicos variados. Um ro­mance onde se fala de paixão, desejo, raiva e um medo incrível da loucura. Também tem ameaças, mentiras e sexo. E humor, esse lado cómico que ex­iste em todos os episódios, até nos mais trágicos.

O que nos leva a apaixonarmo-nos e deixar tudo para trás? Como é possível mentirmos para obrigar­mos alguém a ficar ao nosso lado. É normal um pai não gostar de um filho? E o amor, sempre o amor, é hoje uma doença ou a única terapia?

Isabel sempre disfarçou os seus sentimentos de­baixo de uma capa de serenidade, sobretudo desde que o irmão enlouqueceu depois de assistir a uma autópsia. Mas apaixona-se.

Uma história de amor escandalosamente con­temporânea, que fala de desejo e raiva, da violên­cia do fim dos casamentos e da luta em torno da guarda dos filhos, da culpa de quem decide partir e de como isso pode arrasar o futuro.

 

Dulce Garcia tem 46 anos e é jornalista desde 1991. É fundadora da revista Sábado, onde exerce atualmente as funções de subdiretora. Colaborou com o Diário Económico, o Correio da Manhã, a Máxima e a GQ, entre outras publicações.

Lembra-se do primeiro dia em que en­trou numa biblioteca. Isso mudou a sua vida. Nunca mais parou de ler. A coleção «Dois Mundos» apresentou-a a Heming­way, Somerset Maugham, Dostoievski, Tolstoi, Camus, e a vida atirou-lhe com Kafka, Mishima, Sylvia Plath, Margueri­te Duras. Também leu algum lixo, claro. As pérolas brilham mais no meio do ater­ro.

Gostava de escrever como Julian Bar­nes e Ian McEwan. Não tem ilusões, mas faz o que pode.

Este é o seu primeiro romance.

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