Freixo Festival Internacional de Literatura de 1 a 3 de junho

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O Freixo Festival Internacional de Literatura (FFIL), a decorrer entre os dias 1 e 3 de junho, em Freixo de Espada à Cinta, pretende debater a Literatura, num tributo ao poeta freixiense Guerra Junqueiro, à sua vida e obra, entre os séculos XIX e XXI.

O programa inclui conferências, entrevistas, exposições, lançamentos e apresentações de livros, feira do livro, entre outras atividades.

Destaque para a criação do Prémio Literário Guerra Junqueiro, que pretende distinguir um poeta/escritor português que se tenha destacado nos últimos anos pela sua obra e intervenção literária. O laureado do 1º Prémio Literário Guerra Junqueiro é Manuel Alegre. A entrega do prémio está agendada para o dia 2 de junho.

Em Freixo será debatida a oportunidade de incluir Guerra Junqueiro no Plano Nacional de Leitura. O evento transfronteiriço vai transformar-se num palco de arte pública, com a presença de mais de uma centena de alunos que apresentarão trabalhos de arte pública.

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Um comentário

  1. José Carlos Teixeira
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    Caros Transmontanos
    Soube hoje pela “Radio Brigantia” que ocorreu em Freixo de Espada à Cinta (distrito de Bragança), entre o dia 1 e dia 3 de junho, o “Freixo Festival Internacional de Literatura (FFIL)”, promovido pela Câmara desta autarquia.
    Ocorreu, também, em Bragança, entre 31 de maio e 3 de junho, o “III Festival Literário” e “V Encontro da Lusofonia” promovido pela Academia de Letras de Trás-os-Montes e respetiva edilidade.
    Eu pergunto: Trás-os-Montes anda de “candeias às avessas”? Ou esta região é tão “rica” em acontecimentos desta natureza que se dá ao luxo de marcar dois eventos semelhantes (desculpem-me se por acaso são diferentes) para os mesmos dias e o mesmo distrito? Será que foi o Prémio Literário Guerra Junqueiro que saiu beneficiado? Oxalá! Os meus parabéns ao primeiro laureado – o poeta Manuel Alegre.
    Será que os sócios da Academia de Letras de Trás-os-Montes, que estiveram presentes em Bragança, não gostariam e mereciam estar presentes em Freixo de Espada â Cinta? Ou vice-versa?
    Como transmontano, admirador de Guerra Junqueiro (talvez a minha primeira influência na poesia) e sócio da Academia de Letras de Trás-os-Montes, sinto-me triste pela ocorrência de situações destas num distrito que me é tão caro. E como quem muito fala, pouco acerta, por aqui me fico.
    Saudações transmontanas.
    José Carlos Teixeira.

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