Rui Almeida

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Data Nasc: Naturalidade: Lisboa

Na web: Blog Facebook


Biografia:

Rui Almeida nasceu em Lisboa em 1972 e, além dos livros publicados, tem tido colaboração em várias antologias e revistas, nomeadamente a “Devir – Revista Ibero-Americana de Cultura”, da qual faz parte do conselho editorial.

Alguns poemas seus estão traduzidos para castelhano.

Mantém, desde 2003, o blogue “Poesia distribuída na rua” (ruialme.blogspot.com).

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Obras Publicadas:

Lábio Cortado (Torres Vedras: Livrododia, 2009)

Caderno de Milfontes (Nazaré: volta d’mar, 2011)

Leis da Separação (Coimbra: Medula, 2013)

Temor Único Imenso (Fafe: Labirinto, 2014)

A solidão como um sentido, seguido de Desespero (Lisboa: Lua de Marfim, 2016)

Muito, Menos (Lajes do Pico: Companhia das Ilhas, 2016)

Talvez a Dúvida (Lisboa, Douda Correria, 2017)

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Principais Obras Publicadas

Talvez a Dúvida
2017, Douda Correria

«Não seremos nós a recolher os frutos Caídos. Outros chegarão. Por dentro Dos corpos que pairam acima das cidades Há desejo reduzido às transparências Da respiração demorada. Não será   A língua a fazer-se corpo das primeiras Palavras da manhã. Nem será a manhã O lugar mais evidente para a … Ler mais

Muito, menos
2016, Companhia das Ilhas

Este é um livro de atravessamento de lugares e de desatenções mais ou menos controladas. São poemas anotados para testemunho de momentos, talvez uma demonstração da banalidade de qualquer vida. Excerto Para o Miguel Martins Nós, os preguiçosos, dados ao sonho Incomportável de uma ferida Nas sociedades de consumo, somos … Ler mais

Lado a lado, a solidão E a memória queimada Da infância. Falhas Na superfície lisa do tempo

Temor Único Imenso
2014, Labirinto

«De um lado ao outro aves se aproximam Dos territórios onde vão nascer Suas crias, aves novas, libertas. Dentro do ovo de que nascem, aves Transformam-se em matéria que será Corpo alado, representação de Vida emergente a deixar-se voar Para outros territórios distantes De onde se deslocam novas aves.»

Leis da Separação
2013, Medula

Tiragem única de 100 exemplares, 25 dos quais numerados e assinados pelo autor. Desenho original de Carla Ribeiro.

Caderno de Milfontes
2011, Volta d'mar

«Ascende ao presente a vaga Firmeza aplicada ao que sucede, Distracção do tempo Assumida em palavras sobrepostas Para construir um nome.»

Lábio Cortado
2009, Livro do dia

Prémio Manuel Alegre 2008 «À pequena raiz do poema chega a memória como um centro Algo mais do que o ruído metódico das sílabas e desaba paulatinamente na mão que molda a frase, pousada na caligrafia.»


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