Pedro Eiras

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Data Nasc: 24/05/1975 Naturalidade: Porto

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Nasceu no Porto em 1975. É Professor de Literatura Portuguesa na Faculdade de Letras desta cidade.

Desde 2001, publicou obras de ficção (Cartas Reencontradas de Fernando Pessoa a Mário de Sá-Carneiro, Bach, A Cura, Os Três Desejos de Octávio C.), teatro (Bela Dona, Um Punhado de Terra, Uma Carta a Cassandra, Um Forte Cheiro a Maçã), ensaio (Alumiação, Platão no Rolls-Royce, Os Ícones de Andrei, Constelações, Tentações, Esquecer Fausto), crónica (Boomerang, Substâncias Perigosas).

Publicou vários livros em França, na Roménia, no Brasil.

As suas peças de teatro têm sido encenadas e lidas em dez países.


Principais Obras Publicadas

“Este Livro se pediu uma liberdade maior que tive medo de dar. (Clarice Lispector 1969: 7) Um Prefácio existe? (Jacques Derrida 1972:15) Não existe prefácio, não existe programa, ou pelo menos todo o programa jáé programa, momento de texto, texto tomando a sua própria exterioridade (Jacques Derria 1972:29).”

Ficção, realidade? Na abertura deste livro, Pedro Eiras explica como descobriu, no antigo Hôtel de Nice, em Paris, as cartas que Fernando Pessoa enviou a Mário de Sá-Carneiro entre Julho de 1915 e Abril de 1916. Estas cartas reencontradas deixam entrever o quotidiano de Pessoa, os seus projectos, entusiasmos e … Ler mais

Teatro II
2015, Editora Húmus

E quando os meus olhos acordarem outra vez, mãe, começarei a ver formas, luzes, os corpos despedaçados no chão. E só eu estarei viva. Verei e verei e nunca mais me cansarei de ver.

Bach
2015, Assírio & Alvim

Este é um livro sobre Bach, assente em catorze tentativas de aproximação à sua música. Uma carta de Anna Magdalena, uma cena de montagem de um filme, as conversas de técnicos de som em Nova Iorque, os pensamentos de Etty a caminho do campo de concentração, o silêncio. Intérpretes, biógrafos, … Ler mais

Teatro I
2014, Edições Humus

(…) O deus que me deram já vinha com cancro. Era um deus nitidamente de segunda categoria, não sei a que saldo o foram desencantar. (De em vez de uma arte poética)

Constelações
2013, Edições Afrontamento

Os ensaios comparatistas reunidos neste livro foram escritos entre 2006 e 2012, no âmbito da minha actividade como investigador do Instituto de Literatura Comparada Margarida Losa. São contemporâneos de outros livros de ensaios comparatistas, com os quais de vários modos dialogam: Tentações , Um Certo Pudor Tardio , Os Ícones … Ler mais

A Cura
2013, Quidnovi [Reed. 2017, Assírio & Alvim]

Uma vez por mês, sempre à meia-noite, dois homens encontram-se num consultório. Um deles é psicanalista. A Cura: uma sátira, um combate furioso, uma questão de vida ou morte. «Para um psicanalista que passou a vida a guardar os segredos dos outros, é difícil começar a escrever este testemunho. Gostaria … Ler mais

A Vida Repercutida
2012, Esfera do Caos

“Este livro nasce de leituras, ou uma só leitura. Ano após ano, de um lado e outro do Atlântico, lemos e relemos a poesia densa, intensa, de Gastão Cruz. Até surgir esta tentação: a de ler por escrito, responder, em jeito de ensaio, aproximação. Vinte livros – de A Morte … Ler mais

Bela Dona e Outros Monólogos
2012, Companhia das Ilhas

Plano Nacional de Leitura Livro recomendado para o Ensino Secundário como sugestão de leitura. Bela Dona e Outros Monólogos: uma rapariga vai a um baile, arranjar um marido: «um fidalgo, um desembargador, um estropício que seja». Ela é feia. Ela sabe. Então, deita duas gotas de beladona nos olhos: os … Ler mais

Um Certo Pudor Tardio
2011, Edições Afrontamento

Não sabemos o que é salvar; se há diferença entre salvar a época e salvar-se a si próprio na época; e o que fazer do peso teológico dessa palavra, disseminada às vezes em seculares poemas. Sabemos, apenas, ou suspeitamos – que eterno e transitório se opõem; mas, a ser assim, … Ler mais

Um punhado de terra
2009, Deriva Editores

Teatro. Um monólogo. Um homem negro vem, exangue, a coxear. Como se chama, a que terra pertence? Ele dirá como um dia chegaram homens brancos e lhe mataram a família e o levaram num grande barco, sob ordens de alguém chamado “o Infante”. E o homem negro pedirá ao seu … Ler mais

Um Forte Cheiro a Maçã
2007, Campo das Letras

“JUDITE Se fôssemos ver as estrelas cadentes? ELIAS Quando eu era pequeno… EMANUEL Não fiques melancólico, filho. ELIAS … pensava que elas iam rebentar em cima de mim.(…) MARTA O espaço é muito grande… JESSÉ Cabemos nós, cabem as estrelas… MARTA O que mais há no espaço é vazio.”


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