Pedro Eiras

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Data Nasc: 24/05/1975 Naturalidade: Porto

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Biografia:

Nasceu no Porto em 1975. É Professor de Literatura Portuguesa na Faculdade de Letras desta cidade.

Desde 2001, publicou obras de ficção (Cartas Reencontradas de Fernando Pessoa a Mário de Sá-Carneiro, Bach, A Cura, Os Três Desejos de Octávio C.), teatro (Bela Dona, Um Punhado de Terra, Uma Carta a Cassandra, Um Forte Cheiro a Maçã), ensaio (Alumiação, Platão no Rolls-Royce, Os Ícones de Andrei, Constelações, Tentações, Esquecer Fausto), crónica (Boomerang, Substâncias Perigosas).

Publicou vários livros em França, na Roménia, no Brasil.

As suas peças de teatro têm sido encenadas e lidas em dez países.




Principais Obras Publicadas

Ficção, realidade? Na abertura deste livro, Pedro Eiras explica como descobriu, no antigo Hôtel de Nice, em Paris, as cartas que Fernando Pessoa enviou a Mário de Sá-Carneiro entre Julho de 1915 e Abril de 1916. Estas cartas reencontradas deixam entrever o quotidiano de Pessoa, os seus projectos, entusiasmos e … Ler mais

Bach
2015, Assírio & Alvim

Este é um livro sobre Bach, assente em catorze tentativas de aproximação à sua música. Uma carta de Anna Magdalena, uma cena de montagem de um filme, as conversas de técnicos de som em Nova Iorque, os pensamentos de Etty a caminho do campo de concentração, o silêncio. Intérpretes, biógrafos, … Ler mais

Teatro II
2015, Editora Húmus

E quando os meus olhos acordarem outra vez, mãe, começarei a ver formas, luzes, os corpos despedaçados no chão. E só eu estarei viva. Verei e verei e nunca mais me cansarei de ver.

Teatro I
2014, Edições Humus

(…) O deus que me deram já vinha com cancro. Era um deus nitidamente de segunda categoria, não sei a que saldo o foram desencantar. (De em vez de uma arte poética)

A Cura
2013, Quidnovi [Reed. 2017, Assírio & Alvim]

Uma vez por mês, sempre à meia-noite, dois homens encontram-se num consultório. Um deles é psicanalista. A Cura: uma sátira, um combate furioso, uma questão de vida ou morte. «Para um psicanalista que passou a vida a guardar os segredos dos outros, é difícil começar a escrever este testemunho. Gostaria … Ler mais

Constelações
2013, Edições Afrontamento

Os ensaios comparatistas reunidos neste livro foram escritos entre 2006 e 2012, no âmbito da minha actividade como investigador do Instituto de Literatura Comparada Margarida Losa. São contemporâneos de outros livros de ensaios comparatistas, com os quais de vários modos dialogam: Tentações , Um Certo Pudor Tardio , Os Ícones … Ler mais

Bela Dona e Outros Monólogos
2012, Companhia das Ilhas

Plano Nacional de Leitura Livro recomendado para o Ensino Secundário como sugestão de leitura. Bela Dona e Outros Monólogos: uma rapariga vai a um baile, arranjar um marido: «um fidalgo, um desembargador, um estropício que seja». Ela é feia. Ela sabe. Então, deita duas gotas de beladona nos olhos: os … Ler mais

A Vida Repercutida
2012, Esfera do Caos

“Este livro nasce de leituras, ou uma só leitura. Ano após ano, de um lado e outro do Atlântico, lemos e relemos a poesia densa, intensa, de Gastão Cruz. Até surgir esta tentação: a de ler por escrito, responder, em jeito de ensaio, aproximação. Vinte livros – de A Morte … Ler mais

Um Certo Pudor Tardio
2011, Edições Afrontamento

Não sabemos o que é salvar; se há diferença entre salvar a época e salvar-se a si próprio na época; e o que fazer do peso teológico dessa palavra, disseminada às vezes em seculares poemas. Sabemos, apenas, ou suspeitamos – que eterno e transitório se opõem; mas, a ser assim, … Ler mais

Um punhado de terra
2009, Deriva Editores

Teatro. Um monólogo. Um homem negro vem, exangue, a coxear. Como se chama, a que terra pertence? Ele dirá como um dia chegaram homens brancos e lhe mataram a família e o levaram num grande barco, sob ordens de alguém chamado “o Infante”. E o homem negro pedirá ao seu … Ler mais

Um Forte Cheiro a Maçã
2007, Campo das Letras

“JUDITE Se fôssemos ver as estrelas cadentes? ELIAS Quando eu era pequeno… EMANUEL Não fiques melancólico, filho. ELIAS … pensava que elas iam rebentar em cima de mim.(…) MARTA O espaço é muito grande… JESSÉ Cabemos nós, cabem as estrelas… MARTA O que mais há no espaço é vazio.”


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