Luís Quintais

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Data Nasc: Naturalidade: Angola

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Biografia:

Luís Quintais nasceu em 1968. É poeta, ensaísta, antropólogo e professor junto da Universidade de Coimbra.

Publicou onze livros de poesia: A imprecisa melancolia (1995), Lamento (1999), Umbria (1999), Verso antigo (2001), Angst (2002), Duelo (2004), Canto onde (2006), Mais espesso que a água (2008), Riscava a palavra dor no quadro negro (2010), Depois da música (2013), O vidro (2014) e Arrancar penas a um canto de cisnePoesia 2015-1995 (2015).

Como poeta, foi distinguido com os prémios Aula de Poesia de Barcelona, PEN Clube Português, Prémio Fundação Luís Miguel Nava, Prémio Fundação Inês de Castro e Prémio António Ramos Rosa.




Principais Obras Publicadas

A Noite Imóvel
2017, Assírio & Alvim

«Que lugar? Sobes o lance de escadas próximo. Frio. E ao cimo das escadas deparas-te com o estreito corredor que dá para uma sala onde a luz explode através das portadas abertas de par em par. Essa luz intensa, essa luz deflagrante é já uma promessa de cegueira, o casulo … Ler mais

Arrancar Penas a um Canto de Cisne
2015, Assírio & Alvim

Dos livros mais recentes para os livros mais antigos, vinte anos depois de «A Imprecisa Melancolia» (1995), reúne-se neste livro toda a poesia de Luís Quintais, que nos diz que «A memória faz-se ao contrário. Assim fiz a minha. Procurei, porém, não desfigurar. Corrigi erros, arrumei melhor, alguns poemas foram … Ler mais

Exúvia, Gelo e Morte
2015, Documenta

Este livro foi publicado por ocasião da exposição «Exúvia», de Rui Chafes, com curadoria de António Gonçalves, em colaboração com a Galeria Filomena Soares, realizada na Galeria Ala da Frente, em Vila Nova de Famalicão, de 17 de Outubro de 2015 a 23 de Janeiro de 2016. Uma medida de … Ler mais

Uma Arte do Degelo
2015, Companhia das Ilhas

«O livro Uma arte do degelo: a bio-arte e a tectónica do presente é uma reflexão sobre as implicações das biotecnologias no campo artístico. A bio-arte usa, como media, a vida, manipulando-a em laboratório, recontextualizando-a no espaço público, exigindo ponderação reflexiva. Os trabalhos que se fazem aí inscrever parecem sugerir … Ler mais

O Vidro
2014, Assírio & Alvim

Prémio P.E.N. Clube Português de Poesia 2015 e Prémio Fundação Inês de Castro 2014 No mais recente livro de Luís Quintais – uma das vozes mais seguras da nova poesia portuguesa – somos confrontados com um fulgor rítmico magistral e com a visita a alguns dos lugares paradigmáticos na poesia do … Ler mais

Depois da Música
2013, Tinta da China

À décima colectânea, Luís Quintais regressa aos seus lugares de sempre: às «ficções supremas» de Wallace Stevens como único sentido ainda disponível; à prosa enquanto território especulativo; às desumanidades de um século impiedoso, de que o Holocausto é exemplo, mais do que símbolo; à modernidade sem «aura» mas ainda com … Ler mais

“O que fazer da biografia, quando ela já não responde?”, pergunta o poeta a dado passo, e talvez esta sequência de textos seja sobre isso, sobre a resposta mútua da poesia à biografia. Ou a incapacidade de resposta. O texto está cheio de alusões elegíacas ou apocalípticas, embora menos descritivas … Ler mais

Duelo
2007, Cotovia

Prémio Pen Clube Português 2004 (Poesia) «Toco o teu crânio com dedos leves, mortificados pelo medo. Tu dizes algo. A tua voz perde-se no oco de tubos, fios a prumo, corpo adentro. Não percebo o que dizes. Mudo é o dia e o teu dizer. Toco o teu crânio com … Ler mais

Angst
2007, Cotovia

“Para começar a lê-lo, devemos interrogar desde já a escolha de um título como «Angst», que provocará um certo efeito de estranheza no leitor português: trata-se de uma palavra alemã que significa “medo”, mas cuja sonoridade um tanto áspera pode provocar também «angústia», e é precisamente sob a égide desse … Ler mais

Verso Antigo
2007, Cotovia

A sua poesia tem, no entender do crítico António Guerreiro, um carácter elegíaco e musical, da ordem do “canto”, revelando-nos um espaço “interior do mundo”, (“prefiro sempre o que não vi no que vi” – Aquário, p. 17). São “versos que convocam o pensamento” na procura do infinito, que é … Ler mais


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