Luís Filipe Sarmento

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Data Nasc: 12/10/1956 Naturalidade:

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Luís Filipe Sarmento nasceu a 12 de Outubro de 1956.

Estudou Filosofia na Faculdade de Letras da Universidade de Lisboa.

Escritor, Tradutor e Realizador de Televisão.

Jornalista, editor, realizador de cinema e vídeo, professor de escrita criativa, História dos Modernismos e Estética.

Alguns dos seus livros e textos encontram-se traduzidos em inglês, espanhol, francês, italiano, árabe, mandarim, japonês, romeno, macedónio, croata, turco e russo.

Produziu e realizou a primeira experiência de Videolivro feita em Portugal no programa Acontece para a RTP (Radiotelevisão Portuguesa), durante sete anos assim como para outros programas de televisão.

Já publicou 20 obras e traduziu mais de 100 livros.

É Membro do International P.E.N. Club, da Associação Portuguesa de Escritores e do International Comite of World Congress of Poets.

Foi Coordenador Internacional da Organization Mondial de Poétes (1994-1995) e Presidente da Associação Ibero-Americana de Escritores (1999-2000).


Principais Obras Publicadas

Gabinete de Curiosidades
2017, Poética Edições

Obra dividida em três partes: 1ª parte: «Generalidades», 24 poemas 2ª parte: «Hipermodernidades», 24 artigos ensaísticos 3ª parte: «Raridades», ficção com 24 micro capítulos

“De falsificador de instantes a criador de ambientes, o prosador procura no poeta a nitidez obscura da metáfora: na mesa do bar, entre as ferramentas, café e conhaque: não está só. Muitos desconhecidos: fora de si e dentro de si. Olha os de fora para alimentar os de dentro. Esquece … Ler mais

Livro através do qual o escritor Luís Filipe Sarmento e o pintor Luís Vieira Baptista comemoram 40 anos de literatura e de pintura.

«Esta Crónica da Vida Social dos Ocultistas, de Luís Filipe Sarmento, tem três grandes virtudes. Antes de mais, é uma história bem contada, que se lê de um fôlego. É, ao mesmo tempo, uma aventura divertida, cheia de inesperadas peripécias que nos levam, frequentemente, até à gargalhada. E subjacente ao … Ler mais

Efeitos de Captura
2015, Poética Edições

“O presente livro de Luís Filipe Sarmento, Efeitos de Captura, apresenta-se-nos simultaneamente como um olhar analítico-crítico sobre o hoje e como um itinerário de cariz normativo, onde predominam dados aspetos salvíficos e iniciáticos. Assim, o poeta cinde a sua obra em três partes distintas que são, não só territórios devidamente … Ler mais

Gramática de las Constelaciones
2012, Asociación de Escritores Extremeños

Livro publicado em Espanha e inédito em Portugal.

Os Mensageiros propõe-lhe uma nova antologia poética do escritor português, capaz de revisitar não só o essencial da obra ortónima, mas também as páginas mais belas dos heterónimos Alberto Caeiro, Ricardo Reis e Álvaro de Campos. Múltipla como o próprio Pessoa, que se quis desdobrar em pelo menos setenta e … Ler mais

«É um romance muito do nosso tempo, das suas realidades e das suas fantasias, da sua materialidade quotidiana e das suas projeções proféticas. É um romance original que aborda um tema que, ao que creio, nunca foi tratado de maneira tão aberta pelo nosso romance. Que contrariando uma certa tendência … Ler mais

A Vida Social Dos Ocultistas
2000, Âncora Editora

A Vida Social dos Ocultistas é um romance, um grande romance, e impecavelmente bem escrito! Um romance que se «bebe de um trago», avidamente, que prende qualquer leitor à surpreendente última página! Pouco importa, o tempo e os espaços em que a acção se desenrola, já que tudo se torna … Ler mais

A Intimidade do Sono
1999, Pergaminho

«É um texto de uma densidade e de uma coerência admiráveis. Este livro é um espaço disposto para a glória das palavras». Angel Crespo. «Esse é o seu programa de sedução e o leitor precisa deixar-se levar pelo fluir das imagens visuais e conceptuais, dir-se-ia quase conceptistas, do pensamento poético … Ler mais

Tinturas Alquímicas
1995, Tertúlia

1. São os cavalos, outra vez que me galopam incessantes nas planícies em branco Que eu sei de tantas viagens inacabadas Que segredos guardo na memória Busco, buscando o impossível, talvez o Amor Na página virgem, talvez o infindável Que perscruto numa espeleologia suicida Sufoco na ansiedade de querer o … Ler mais

«Navegámos pelo livro, propositadamente nos deixámos emaranhar nas suas redes, retraçar os pilares da construção lírico-épica, que se compraz na arquitectura do número (9+18+18+9=54 estações) e desvia o leme dos nós trágicos que se anunciam e avizinham. De modo semelhante, o eu poético destas páginas recusa a lapidação que podem … Ler mais

Boca Barroca
1990, Tertulia

«Ante os olhos do leitor, as imagens desfilam, simultaneamente ordenadas e desordenadas, em catadupa, num caos que é métrico, mas assimétrico no fluir tumultuoso, onde a palavra peregrina que velozmente perpassa ante os olhos/ouvidos/sentidos do leitor fascinado, é tumulto controlado, feito de saber e vontade. Pela sua arte, a palavra … Ler mais

«O corpo de escrita de Luís Filipe Sarmento, ao apresentar-se como um laboratório linguístico de ensaios alquímicos, eleva o ser humano a uma plataforma superior da criação, tornando o ato de ler, numa conceção sartreana, um ato criativo». António Gomes

Ex Posições
1989, Tertúlia

Livro que reúne textos e poemas publicados entre 1988 e 1989 nos catálogos de exposições da galeria «o outro lado do espelho», em Sintra.

Galeria de Um Sonho Intranquilo
1988, Cadernos Água Clara

«Não há vento no espaço. Apenas a escuridão das velas e as sombras dos gestos, gaivotas intranquilas, agigantadas na planície das paredes. É o silêncio que se vive por dentro dos murmúrios, a entrega total aos secretos instantes: dois corpos, um rito tribal».

Fim de Paisagem
1988, Signo

«Basta-me mais um ciclo. Longo será até ao destino./ E depois descansarei no planalto matinal Solaris».

Orquestras e Coreografias
1987, Sol/Poesia

«Aqui há um coração imortal que no texto marca o ritmo de uma câmara que arde. Aqui há vento e labaredas. Do seu lugar imperceptível marca a orquestra numa marcha guerreira. Aqui há uma disciplina impensável. Existe o método de um vulcão. A sua ira é de Mercúrio. Cumprem-se as … Ler mais

Nuvens
1979, Feito à Mão

«A tinta clandestina dentro de ti fermentada. O que poderemos esperar desse texto ?»

Trilogia da Noite
1977, Livrelco

«O jantar acabou tarde. Noite de palavras e fios, apenas cruzados. O passear constante por entre as estrelas viajadas. E por tudo o que se iria passar, nós os dois, sentados sorríamos. Falaríamos dos princípios. Dos vários tudos. De todas as sabedorias? Ou apenas de um pequeno passeio. Repara: prostituta … Ler mais

A Idade do Fogo
1975, Edição de autor

«A glória sublime do adeus. A despedida fértil do cimento. A nave metálica repleta de conforto. Ah, e o grito gargalhado de emoções caóticas como coloridas serpentes aladas que nos transportam no seu veneno como um berço de penas de gaivotas alucinadas. Nos olhos tenho fogo e na idade tenho … Ler mais


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Entrevista

‘Um bom livro nunca adormece no pó do esquecimento’ - 27/04/2017

Luís, quando é que surgiu a sua vontade de escrever ficção e de publicar? Apesar de ter começado por publicar poesia, em 1975, com A Idade do Fogo, aos 18 anos, a verdade é que a ficção estava já ness … Ler mais

Um comentário

  1. lacy bruym
    | Responder

    O saber a gente aprende com os mestres dos livros
    Parabéns Luis F!ilipe

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