Jorge Reis-Sá

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Data Nasc: 09/04/1977 Naturalidade: Vila Nova de Famalicão

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Jorge Reis-Sá nasceu em 1977 em Vila Nova de Famalicão.

Frequentou, entre 1994 e 2000, os cursos de Astronomia e Biologia na Faculdade de Ciências da Universidade do Porto e estagiou no Instituto de Patologia e Imunologia Molecular da Universidade do Porto onde estudou genética populacional, interrompendo a formação académica para se tornar editor.

Enquanto escritor, estreou-se em 1999 com o livro de poemas À Memória das Pulgas na Areia (Quasi Edições), distinguido com o Prémio Cidade-Hoje. Desde aí, publicou poesia, contos, crónicas e romances. Colabora desde essa altura com a comunicação social, tendo sido cronista da LER e da revista Sábado, entre outras publicações. Editado no Brasil pela Record, viu o seu romance Todos os Dias (Dom Quixote, 2006) ser considerado um dos livros do ano pela revista Os Meus Livros.

Co-organizou, com Rui Lage, a maior antologia de poesia portuguesa alguma vez feita, Poemas Portugueses – Antologia da Poesia Portuguesa do Séc. XIII ao Séc. XXI.

Em 2015, publicou o seu segundo romance, A Definição do Amor, na Guerra & Paz, com edição brasileira pela Tordesilhas.

Lança, em 2017, o Livro do Galo – O Manual do Verdadeiro Português, pela Cultura editora e Quase Outros Poemas, pela editora A Casa dos Ceifeiros.


Principais Obras Publicadas

Quase outros poemas
2017, A Casa dos Ceifeiros

Se há um livro de poemas próximo da pele e do coração, é este. Não se fala de mais do que aquela, ou aquele, que se ama. E isso chega. Sempre. “Já é altura de soprar este curto nevoeiro, deixar que as praias respirem por entre as algas.” JRS

Diz-se que Portugal é o país da melancolia, do «quase», do «vai-se andando». O Livro do Galo mostra-nos a forma peculiar, e bem lusitana, de estarmos felizes – mesmo que o não saibamos, «porque o português é feliz estando triste. Porque o português é triste estando feliz». Do sol ao mar, … Ler mais

A Definição do Amor
2015, Editora Guerra & Paz

Uma mulher adoece. Morre sem morrer, fica ligada a uma máquina aguardando que o marido diga para que se desligue. Mas entretanto descobre-se que está grávida e que a doença aconteceu exactamente por causa da gravidez. A mulher morrerá depois de incubar quem a matou. E o homem escreve o … Ler mais

O livro feito com o Papa Francisco, com o seu conhecimento, autorização e bênção Esta é uma viagem pela paz. Uma história escrita, lado a lado, por um judeu e por um católico, cujos caminhos se cruzaram ao encontrar Francisco. O mais importante relato vivo do acontecimento que só foi … Ler mais

Terra
2010, Sextante

Terra solo, terra campo, terra pátria, terra povoação, terra elemento, terra vida, terra morte, terra sonho… Oito lugares, oito surpresas, oito histórias. «É nessa terra escura que enterro os nomes, nela deixo bocadinhos de mim.» (do conto O vaso dos nomes)

Os Esquilos de Long Island
2008, Quasi Edições

De uma crónica familiar ao universo presente todos os dias nos livros – lidos, escritos, editados nas Quasi -, dos contos dos Sentidos à recolha muito antologica de textos sobre música, sobre a Sophia ou o Eugénio nas Simbioses., das crónicas de O Optimista., da Atlântico, a outras políticas sobre … Ler mais

Vou para Casa
2008, Quasi Edições

Vou para Casa é uma publicação poética de Jorge Reis-Sá. O livro divide-se em 3 conjuntos: Falhar Melhor (os poemas têm títulos de canções de Johny Cash vertidos para a velhice); O Pão e as Migalhas (cada poema descreve as divisões da casa onde todos vivemos) e por último Vou … Ler mais

Todos os Dias
2006, Dom Quixote [Reed. 2015, Editora Guerra & Paz]

Há um escritor. E uma família onde vive a sua memória. Morreu. E o pai, a mãe, o irmão, a avó lembram o seu sorriso e a saudade. Mas numa família nem tudo é o que parece. E neste romance doméstico, existirão surpresas mesmo quando todos fazemos, todos os dias, … Ler mais

Livro de Estimação
2006, Quasi Edições

Depois de Biologia do Homem, celebrado em 2004 como um dos mais interessantes livros desse ano, Jorge Reis-Sá oferece-nos Livro de Estimação, poemas onde os afectos e a memória são praticados como se de um culto se tratasse. “Já não há melancolia possível. Acabou no dia em que esta música … Ler mais

Biologia do Homem
2004, Quasi Edições

Cada um colhe da vida o que dela recolhe, o que equivale a dizer que cada um constrói o seu paraíso ou inferno no tempo que lhe cabe. Entre a sublimação e o exorcismo, em singular expressão e não menos rara temática, Jorge Reis-Sá, enquanto poeta, dir-se-ia reencarnar tanto o … Ler mais


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