Isabela Figueiredo

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Data Nasc: 01/01/1963 Naturalidade: Lourenço Marques - Maputo, Moçambique

Na web: Blog Facebook


Isabela Figueiredo nasceu em Lourenço Marques, Moçambique, hoje Maputo, em 1963.

Após a independência de Moçambique, em 1975, rumou a Portugal, incorporando o contingente de retornados.

Foi jornalista no Diário de Notícias e é professora de Português.

Estudou Línguas e Literaturas Lusófonas, Sociologia das Religiões e Questões de Género.

Publicou os seus primeiros textos no extinto suplemento DN Jovem, do Diário de Notícias, em 1983.

É autora da novela É Como Quem Diz, texto que recebeu o primeiro prémio da Mostra Portuguesa de Artes e Ideias, em 1988, e de Caderno de Memórias Coloniais, cuja primeira edição data de 2009.

Escreve regularmente no blogue Novo Mundo. Desenvolve workshops de escrita criativa e participa em seminários e conferências sobre as suas principais áreas de interesse: estratégias de poder, de exclusão/inclusão, colonialismo dos territórios, géneros, corpo, culturas e espécies.

A sua mais recente obra, A Gorda, foi publicada em 2016 pela Caminho.

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Principais Obras Publicadas

A Gorda
2016, Caminho

Maria Luísa, a heroína deste romance, é uma bela rapariga, inteligente, boa aluna, voluntariosa e com uma forte personalidade. Mas é gorda. E isto, esta característica física, incomoda-a de tal modo que coloca tudo o resto em causa. Na adolescência sofre, e aguenta em silêncio, as piadas e os insultos … Ler mais

Caderno de Memórias Coloniais
2009, Caminho (reed. 2015)

«O Caderno de Memórias Coloniais relata a história de uma menina a caminho da adolescência, que viveu essa fase da vida no período tumultuoso do final do Império colonial português. O cenário é a cidade de Lourenço Marques, hoje Maputo, espaço no qual se movem as duas personagens em luta: … Ler mais


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Entrevista

‘Estradas paralelas acabaram por me levar à escrita e à publicação sem o ter planeado’ - 03/02/2018

Isabela, quando é que surgiu a sua vontade de escrever ficção e de publicar? Surgiu muito nova, na mesma idade em que desejamos ser cantores e nos pomos a fazer caras ao espelho. Como não era admissív … Ler mais

2 Comentários

  1. Juri
    | Responder

    Cara Isabela Figueiredo, acabo de ler A Gorda, um dos livros mais ricos que li nos últimos anos – e certamente inesquecíveis para mim. Como docente de literatura e como ser humano. Interrompo aquí os elogios com medo de que no lance possa acabar por esquecer o motivo de meu comentário: o protesto contra a censura da bunda da gorda na capa do livro por parte do depto de marketing da Caminho.. Contradiz praticamente tudo o que o livro transmite, É uma violência contra o desenho (que é, aliás, lindo), contra o estilo do livro e contra a nossa sensibilidade e repete estupidamente a estúpida censura dos companheiros de David, e inclusive da mamae. da Gorda. Bem, já namorei por anos uma gorda (14 anos mais velha, e nos separamos por outros motivos), E eu mesmo tenho engordado bastante, e desfruto naturalmente do benefício de dicas “bem-intencionadas” e como de zombarias. (Será que as pessoas nao têm mas nada a fazer?) Mas nada de ativismo, já porque seria uma leitura bastante limitada e limitante.. Em breve: Adorei A Gorda, tanto pela arte como pela substância “moral”. E após a leitura libertei a Gorda.: tirei o adesivo,

  2. Rosa Fonseca
    | Responder

    Vou iniciar a leitura. Darei notícias. Parabéns, Isabela.

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