Daniel Jonas

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Data Nasc: Naturalidade: Porto

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Daniel Jonas nasceu no Porto em 1973.

Licenciou-se em Línguas e Literaturas Modernas na Universidade do Porto e obteve o grau de Mestre em Teoria da Literatura na Universidade de Lisboa com uma dissertação sobre John Milton, de que resultou a tradução de “Paradise Lost”, publicada pela Cotovia em 2006.

Depois da recolha para jogos florais O corpo está com o rei (AEFLUP/CGD, 1997), prémio de Poesia AEFLUP/CGD, publicou Moça formosa lençóis de veludo (cadernos do Campo Alegre/FCD, 2002), Os fantasmas inquilinos (Cotovia, 2005) e Sonótono (Cotovia, 2007), Prémio PEN de Poesia 2008.

Traduziu Waugh, Huysmans, Pirandello, Auden e Shakespeare, especificamente O mercador de Veneza, tendo sido coautor com Ricardo Pais da versão cénica do espetáculo estreado em novembro de 2008 no Teatro Nacional de São João no Porto. Para a companhia Teatro Bruto escreveu as peças Nenhures (Cotovia, 2008) e Reféns, esta estreada em Junho de 2009. Escreveu ainda a peça Estocolmo, em 2011.

Foi distinguido com o prémio Europa David Mourão-Ferreira, da Universidade de Bari/Aldo Moro, em 2012.

Daniel Jonas foi um dos sete poetas nomeado para o prémio de Poeta Europeu da Liberdade, pelo seu livro Passageiro Frequente (Língua Morta, 2013), traduzido para polaco por Michal Lipszyc.

Recebeu o Grande Prémio de Poesia Teixeira de Pascoaes 2014, com a obra .

Um dos nomeados para o Melhor Livro de Poesia do Prémio SPA Autores 2017, com a obra Bisonte.


Principais Obras Publicadas

Oblívio
2017, Assírio & Alvim

Neste seu mais recente livro de poesia Daniel Jonas regressa ao soneto, num livro desconcertante e surpreendente. Como nos diz o poeta, «Assim no meu soneto aqui gravei / Quem não sou nem fui e menos serei.» Jamais tive eu amor senão por ti. Paixões o vento as trouxe e … Ler mais

Canícula
2017, Língua Morta

capa a partir de gravura de Pieter Bruegel obra resultante de uma residência artística no Festival do Silêncio em 2016.

Bisonte
2016, Assírio e Alvim

«Bisonte» procura acolher uma poética de largo espectro, orçando grandes espaços, ruminando o horizonte, tratando de grandes pinceladas rítmicas. Estilisticamente livre, coopta várias dimensões líricas, formalmente múltiplas, com um certo apetite por poemas longos e ‘paisagistas’, discursivos e de fundo fôlego. O poema mimetiza o grande quadrúpede e a sua … Ler mais

2014, Assírio e Alvim

No preâmbulo a uma entrevista feita a Daniel Jonas, publicada no suplemento Ípsilon do jornal Público a 08.01.2014, escrevia António Guerreiro que «a poesia de Daniel Jonas atravessa tempos diversos: o clássico, o romântico, o moderno, numa apoteose de rastos e linhagens que comparecem subtilmente. Nela encontramos, no mais alto … Ler mais

Passageiro Frequente
2013, Língua Morta

O silêncio de um fruto sobre a mesa, apenas ferido por um gume de luz no meridiano. Mas nenhuma ameaça, nem o arnês de dedos formando-se no horizonte, apenas o golpe do sol afiado na vidraça. Um fruto é um velho mestre esperando na luz as trevas do amadurecimento. O … Ler mais

Nenhures
2008, Cotovia

Teatro; peça que explora a deriva de Tristão, um jovem amante abandonado, que empreende uma viagem solitária por um mundo exterior que não é senão a equivoca projecção do seu mundo psíquico.

Sonótono
2007, Cotovia

Sonetos

Poesia . ELEMENTÁRIO O verdadeiro sentidos das palavras é o que o poema consiste em falar do que não pode ser dito a quem se deve dizer . ou o verdadeiro sentido das palavras é o que o poema consiste em não falar do que pode ser dito a quem … Ler mais

Moça Formosa, Lençóis de Veludo
2002, Cadernos do Campo Alegre

Recolha para Jogos Florais


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