Cláudia Lucas Chéu

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Data Nasc: 03/01/1978 Naturalidade: Lisboa

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Biografia

Cláudia Lucas Chéu é poeta, dramaturga e argumentista.

Estudou Literatura, Teatro e tem um crush por Filosofia.

É a diretora artística da Teatro Nacional21 e co-fundadora da Edições Guilhotina.

Publicou em prosa poética o livro Nojo, pela (não) edições; o livro Trespasse (poesia), Edições Guilhotina, 2014; e Pornographia (poesia), Editora Labirinto, 2016.

Em Julho de 2017 lançou o livro, Ratazanas™ (poesia), Selo Demónio Negro, São Paulo e a novela literária num formato exclusivamente digital Aqueles que Vão Morrer.

Adora ópera e bitoques.



Crónicas do escritor

17/06/2017 - FOLHAS ACABADAS DE MORRER

Vídeo

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Principais Obras Publicadas

Ratazanas™
2017, Selo Demônio Negro

Livro de Poesia

Aqueles que Vão Morrer
2017, escritores.online | e-manuscrito

Há sete meses que Claudia residia no pavilhão 26 do Hospital Psiquiátrico Karl Jaspers. Passaram mais de três estações do ano desde que fora internada compulsivamente com um transtorno psicótico. Tudo levava a crer que esta situação tivesse sido causada pela sua parafilia; amava um livro e sofria de inevitáveis … Ler mais

Pornographia
2016, Editora Labirinto

Pornographia é, no que refere à poesia, a expressão desta frase de Artaud: “é pela pele, pelo corpo, que o pensamento penetra nas relações sociais”. Com efeito, Cláudia Lucas Chéu continua neste seu novo livro de poesia a demolir e a subverter a normalidade social, neste caso as instituições clássicas duradouras … Ler mais

Nojo
2014, não (edições)

Prosa Poética

Este volume reúne quatro peças para teatro de Cláudia Lucas Chéu, onde se olha de frente, com um sentido de urgência, para a nossa contemporaneidade. Violência – fetiche do homem bom é uma viagem exploratória aos abismos mais subterrâneos e hardcore da violência humana guiada por dois irmãos, Miguel e … Ler mais

O tema da espera e a recusa do luto dão corpo a uma figura, Pathos, que em tom de litania tece um hino à mãe, convocando memórias espectrais que nele se reflectem como num espelho estilhaçado. Em Glória, a espera tem um papel intensamente psíquico: gera silêncio interior e reflexão, … Ler mais


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