António Carlos Cortez

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Data Nasc: Naturalidade: Lisboa

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António Carlos Cortez nasceu em Lisboa, em 1976.

Poeta, ensaísta e crítico literário (colaborador permanente do Jornal de Letras e de revistas da especialidade, como a Colóquio-Letras, da Fundação Calouste Gulbenkian, e a Relâmpago, da Fundação Luís Miguel Nava, entre outras publicações), é professor de Literatura Portuguesa e de Português no Colégio Moderno, em Lisboa.

É membro da direção do PEN Clube Português, consultor do Plano Nacional de Leitura, conselheiro para a leitura do Clube UNESCO, doutorando da Faculdade de Letras da Universidade de Lisboa e investigador do CLEPUL em Literatura Moderna e Contemporânea pela mesma instituição.

Publicou o seu primeiro livro de poesia em 1999 e recebeu, em 2011, o Prémio da Sociedade Portuguesa de Autores para melhor livro de poesia de 2010 com Depois de Dezembro (editora Licorne).

O livro Corvos Cobras Chacais foi publicado no Brasil (Jaguatirica) e em Portugal (Gato-Bravo), em 2017.

Foi finalista do Correntes d’Escritas – Festival Literário Casino da Póvoa 2017.

 


Principais Obras Publicadas

Corvos Cobras Chacais
2017, Gato Bravo

Figura ilustre da poesia portuguesa contemporânea, Cortez desdobra-se em três vozes, com visões do mundo conflituosas, que tornam a obra um importante marco do tom elevado e ao mesmo tempo realista que distingue o autor, como aponta o poeta Pedro Mexia. São três personagens que se desafiam e complementam, tendo como pano de … Ler mais

Corvos Cobras Chacais
2017, Editora Jaguaratica (Brasil)

Livro de poesia da Série Lusofonia.

a dor concreta
2016, Tinta da China

«O assunto da poesia é o poema, defendeu Wallace Stevens, citado em epígrafe por António Carlos Cortez. «A Dor Concreta», antologia de década e meia (seguida de inéditos), dedica a essa ideia uma fidelidade ambígua. Por um lado, muitas imagens e referências que surgem nos poemas são de natureza autobiográfica … Ler mais

Animais Feridos
2016, Dom Quixote

Depois de O Nome Negro (2013), António Carlos Cortez publica Animais Feridos, conjunto de setenta poemas sobre este «tempo tétrico», como se lê num dos seus textos. Animais feridos como a epígrafe de Mário Quintana afirma: «Um poema sem outra angústia que a sua misteriosa / condição de poema //Triste. … Ler mais

O Nome Negro
2013, Relógio D'Água

Professor de Literatura Portuguesa e de Português no Colégio Moderno, em Lisboa. Poeta, crítico de poesia e ensaísta. «Em António Carlos Cortez a poesia é sempre em tom maior […]. Diria que entre a nova poesia portuguesa só Daniel Faria triunfou neste modo de expressão. […] Em todos os sonetos … Ler mais

Linha de Fogo
2012, Licorne

« [no poema “Arte poética ou não”] é-nos dado ler uma reflexão sobre o “signo extremado” que a poesia é, terminando essa reflexão, como veremos, por uma espécie de justificação do título que escolheu para o seu livro: “A poesia , se construída em verdade, produz novas formas de perceber … Ler mais

Depois de Dezembro
2010, Licorne

Prémio SPA/RTP para a melhor livro de poesia 2011 «Sujeita à erosão provocada pela “água do tempo”, a biografia só pode ser inventada”, e o poema passa a ser o lugar da “solidão implacável”, em que a realidade se reduz à “arte torpe das palavras”, feita sob uma luz “enganadora”. … Ler mais


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