Alberto Pereira

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Data Nasc: 21/07/1970 Naturalidade: Lisboa

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Alberto Pereira nasceu em Lisboa. É licenciado em Enfermagem.

Pós-graduado na área Forense. Diplomado em Hipnose Clínica.

É membro do PEN Clube Português.

Publicou os livros: O áspero hálito do amanhã (2008), Amanhecem nas rugas precipícios (2011), Poemas com Alzheimer (2013), O Deus que matava poemas (2015) e Biografia das primeiras coisas (2016). Bairro de Lata foi editado no Brasil em 2017 na icónica colecção Dulcineia Catadora, onde participaram grandes nomes da poesia brasileira como Manoel de Barros e Haroldo de Campos.

O livro Poemas com Alzheimer deu origem a diversos quadros concebidos pelos pintores espanhóis Martina Bugallo e Sergio Gonzalez Ribeiro. A sua obra foi igualmente recriada por Artistas Plásticos portugueses.

Obteve os seguintes prémios literários: 1º Prémio do Concurso de Poesia, “Ora, vejamos” (2008); 1º Prémio no Concurso de Poesia da ACAT (2009); 3º Lugar no Prémio Sepé Tiaraju de Poesia Ibero-Americana, entre 3027 obras inscritas de 26 países (2009); 1º Prémio do Concurso Literário Conto por Conto (2011); 1º Prémio no XIV Concurso de Poesia Agostinho Gomes (2013); 1º Prémio no Concurso Literário Manuel António Pina, Museu Nacional da Imprensa (2013).


Principais Obras Publicadas

Viagem à demência dos pássaros, mapa vitalício das relações humanas. Uma obra em que a derrocada é o autógrafo final de todo o movimento. O imperceptível silêncio vai burilando até à extinção o que se achava perene. Na verdade, tudo respira entre dois hemisférios: um repleto de harpas e cotovias; … Ler mais

Bairro de Lata
2017, Dulcineia Catadora

Bairro de Lata foi editado no Brasil em 2017 na icónica colecção Dulcineia Catadora, onde participaram grandes nomes da poesia brasileira como Manoel de Barros e Haroldo de Campos. Um livro que atravessa toda a obra do autor e que apresenta também alguns poemas inéditos.

Biografia das Primeiras Coisas
2016, Seda Publicações

“Biografia das primeiras coisas reúne os dois primeiros títulos autónomos, em poesia, de Alberto Pereira: “Amanhecem nas rugas precipícios e “O áspero hálito do amanhã”. Esta edição inclui em apêndice a recensão “O Luminoso Desfiar da Memória”, reflexões de Ricardo Gil Soeiro sobre o livro “Amanhecem nas rugas precipícios”; também … Ler mais

Neste livro de contos breves em que Deus ocupa uma posição transversal, Alberto Pereira narra as vivências caóticas de personagens que poderiam ser reais, desviando-se dos enredos tradicionais de crimes, mistérios e paixões.

Poemas com Alzheimer
2013, Glaciar

Poemas com Alzheimer é um livro que tenta retardar o declínio do mundo interior. Há nos seus poemas uma ideia de “demência” propositada. Versos para derrubar biombos. Vozes que se recusam a guardar o vento na garganta. Partindo de 16 questões da obra póstuma de Pablo Neruda, Livro das Perguntas, … Ler mais

Este novo trabalho, “Amanhecem nas rugas precipícios”, fala de ilusões rachadas nas paredes de um corpo. A solidão invadiu os nomes, o tempo passa como um chicote. Na memória procura-se a metáfora que desminta os ciprestes. Mas, o único rumor são noites por devorar.

O Áspero Hálito do Amanhã
2008, Edium Editores

“O áspero hálito do amanhã” apresenta-se estruturado sob três ciclos autónomos: “Dói-me a utopia”, “Arquipélago da loucura” e “Mordem pincéis nas palavras”. Mas esta aparência autónoma é exatamente isso: meramente aparente. É uma ilusão elaborada como hipótese de caminho, de uma via a seguir no processo criativo. Uma demanda em … Ler mais


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Entrevista

‘São inúmeros os autores que foram ostracizados, votados ao esquecimento, mas que não alugaram a sua voz’ - 09/11/2017

Alberto, quando é que surgiu a sua vontade de escrever ficção e de publicar? Cheguei à escrita por causa do questionamento que sentia compartimentado no corpo. Tive uma juventude onde o mundo esteve i … Ler mais


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Um comentário

  1. Teresa Almeida Rocha
    | Responder

    Aventurar-me a medo pela grandiosidade desta poesia levou-me a uma verdadeira e genuína transformação nas artes plásticas. Estou muito grata a Alberto Pereira e à sua poesia por ter vivido esta experiência que alterou a minha forma de olhar, integrar e pintar. Grata, Alberto.
    Teresa Almeida Rocha

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