Al Berto

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Data Nasc: 11/01/1948 Naturalidade: Coimbra

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Biografia:

Al Berto, pseudónimo de Alberto Raposo Pidwell Tavares, foi um poeta, pintor e editor português.

Nasceu, em Coimbra, a 11 de janeiro de 1948 e cresceu em Sines. Exilou-se, entre 1967 e 1975, em Bruxelas, dedicando-se, entre outras atividades, ao estudo de Belas-Artes.

Regressou a Portugal e publicou, em 1977, o seu primeiro livro “À Procura do Vento num Jardim d’Agosto”.

“O Medo”, uma antologia do seu trabalho desde 1974 a 1986, foi editado pela primeira vez em 1987. Foi, aliás com “O Medo” que recebeu, em 1988, o Prémio Pen Club de Poesia.

No domínio editorial, a sua atividade pautou-se pela isenção e certa ousadia relativamente às políticas comerciais livreiras dominantes.

Al Berto morreu em Lisboa, a 13 de junho de 1997, aos 49 anos.

Deixou incompletos textos para uma ópera, para um livro de fotografia sobre Portugal e uma «falsa autobiografia», como o próprio autor a intitulava.

Em vinte anos de atividade literária a sua obra poética engloba livros como Trabalhos do Olhar (1982); O Último Habitante (1983); Três Cartas da Memória das Índias (1985); O Canto do Amigo Morto (1991); Horto de Incêndio (1997) entre outros.

Existe, em Sines, uma escola secundária com o seu nome.

Tem obras suas traduzidas em castelhano, francês, inglês e italiano.




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Principais Obras Publicadas

Diários
2012, Assírio & Alvim

Embora não haja uma organização definida pelo autor, nem indicações quanto à edição dos diários, Al Berto alimentava o corpo dos cadernos com notas e esboços, acreditando, por vezes, que esse devir-obra da sua própria vida pudesse ganhar uma dimensão diferente, uma outra “força”, “outra leitura” se ponderasse a sua … Ler mais

Degredo no Sul
2007, Assírio & Alvim

A Associação dos Municípios do Baixo Alentejo e do Alentejo Litoral, através do jornal Diário do Alentejo, a Assírio & Alvim, a Longitude Zero Associação e o Centro Cultural Emmerico Nunes sentiram necessidade de homenagear Al Berto, por ocasião dos dez anos da sua morte. Sentiram urgência em celebrar o poeta … Ler mais

Dispersos
2007, Assírio & Alvim

Reúnem-se neste volume textos dispersos publicados por Al Berto, sem que tivesse sido nossa intenção proceder a uma recolha exaustiva. Preferimos, na medida do possível, tentar que a selecção de textos obedecesse a um grau de exigência semelhante àquele que o Autor sempre demonstrou nos seus livros, e de que … Ler mais

Vigílias
2004, Assírio & Alvim

A colecção “Grãos de Pólen” é composta por antologias de poemas escolhidos por poetas. «Vigílias» reúne poemas de Al Berto escolhidos por José Agostinho Baptista, que nos revela como sentiu esse encontro: Nada, quase nada, há que dizer sobre os poetas. Eles que digam tudo, quase tudo, eles que nos … Ler mais

Projectos 69
2002, Assírio & Alvim

A poesia de Al Berto remete variadas vezes para as artes visuais, a pintura, a fotografia, o cinema. E Al Berto, quando vivia em Bruxelas, em 1969, concebeu uma série de trabalhos visuais, “de acordo com as cores vanguardistas do tempo, riscadas de viagens pop e psicadélicas”, como diz Alexandre … Ler mais

O Último Coração do Sonho
2000, Quasi Edições

O “Último Coração do Sonho” é uma breve antologia da obra de Al Berto. Como nos diz o seu organizador, o poeta Jorge Reis-Sá, trata-se de uma antologia «quase pessoal». Porquê? Ela baseia-se num CD que foi editado com o concurso da Casa Fernando Pessoa, em 1997, onde se representam … Ler mais

Horto de Incêndio
1997 [Reed. 2010], Assírio & Alvim

Acordar tarde tocas as flores murchas que alguém te ofereceu quando o rio parou de correr e a noite foi tão luminosa quanto a mota que falhou a curva — e o serviço postal não funcionou no dia seguinte procuras ávido aquilo que o mar não devorou e passas a … Ler mais

Luminoso Afogado
1995, Edições Salamandra / Casa Fernando Pessoa

Longo texto poético seguido de 17 desenhos a carvão.

O Anjo Mudo
1993, Contexto [Reed. 2012, Assírio & Alvim]

O Anjo Mudo reúne quase todos os textos do autor publicados em revistas, catálogos de exposições de pintura e de fotografia, e ainda alguns inéditos – assim como uma boa parte dos textos que foram lidos em público e agora, pela primeira vez, se publicam. O arrumo dos textos não teve em … Ler mais

O Livro dos Regressos
1989, Frenesi
Lunário
1988, Contexto [Reed. 2012, Assírio & Alvim]

Seguimos Beno a par e passo, escutando-lhe as narrativas, as paixões efémeras, a vida boémia, as noites de amor e de diálogos secretos. “Naqueles anos, todos eles se tinham movido sem saberem muito bem se acordariam na manhã seguinte. Viviam numa febre constante, numa vertigem, num excesso permanente. Era preciso … Ler mais

O Medo
1987, Contexto [Reed. 2009, Assírio & Alvim]

«O Medo» reúne toda a obra poética de Al Berto e tem nesta reedição (organizada por Luís Manuel Gaspar e Manuel de Freitas) uma nova sequência de poemas – Poeira de Lume – com 7 dispersos e 2 já incluídos em edições anteriores, bem como um cuidado trabalho de revisão. … Ler mais

Uma Existência de Papel
1985, Gota d'Água
Apresentação da Noite
1985, SPA [Reed. 2006, Assírio & Alvim]

“Apresentação da Noite nasceu, a um dado momento, da necessidade de tornar audível esse silêncio onde se perde todo e qualquer desejo de escrever.” Dezembro de 1984 Rua do Forte, Sines Al Berto

A Seguir o Deserto
1984, Frenesi
Salsugem
1984, Contexto
Trabalhos do Olhar
1982, Contexto
Meu Fruto de Morder, Todas as Horas
1980, Alberto R. Pidwell Tavares
À procura do Vento num Jardim d’agosto
1977, Alberto R. Pidwell Tavares


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