Debate ‘Francisco Papa: líder político-moral global’ na Biblioteca Lúcio Craveiro da Silva

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A Biblioteca Lúcio Craveiro da Silva, em Braga, acolhe, no dia 2 de junho, pelas 18h30, o debate em torno do livro ‘Francisco Papa: líder político-moral global’ da autoria de Anselmo Borges e publicado pela Gradiva.

O debate contará com a participação de Guilherme d’Oliveira Martins, Administrador Executivo da Fundação Calouste Gulbenkian; José Manuel Mendes, escritor e professor da Universidade do Minho e do autor Anselmo Borges, padre e professor de Filosofia da Universidade de Coimbra.

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«O que é admirável em Anselmo Borges é que ele pronuncie a palavra liberdade na casa da Igreja, com a naturalidade e a coragem próprias de quem deseja defender o essencial. Com este livro o autor volta a falar sem temor. Mais uma vez, perante o dogma invoca a inteligência, e em face da carta fechada do futuro delineia os caminhos que conduzem à esperança, enunciando os combates que se avizinham entre a lei do costume e a revolução das mentalidades. Nessa batalha, entre herança e libertação, percebe-se que as causas de Anselmo Borges vão na frente.» – Lídia Jorge, escritora

«Anselmo Borges – que acompanha o caminho de Francisco pelas periferias do cuidado da vida, na Igreja e nas famílias, na cultura, na ecologia, na bioética, na economia, na política – demonstra ser capaz de articular de modo certeiro a implicação que converte os desafios à Igreja em desafios de Francisco ao mundo do século XXI.» – Juan Masiá, sj Universidade Sophia, Tóquio, Japão

«Este é um livro altamente inspirador para as gerações que vivem os tempos conturbados dos nossos dias. Convida-nos a reflectir sobre os grandes desafios que o mundo enfrenta, a partir da palavra do Papa Francisco, que afirma o mesmo espírito reformador do Papa João XXIII, a quem a Humanidade tanto deve. […] uma obra tão importante, que nos permite conhecer melhor o Papa Francisco – buscador da paz, do diálogo inter-religioso, da renovação da Igreja, da defesa da natureza, do combate à desigualdade, da afirmação intransigente dos Direitos Humanos.» – Artur Santos Silva, Presidente da Fundação Calouste Gulbenkian

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